Foi desenvolvida em Setembro de 2022, através de entrevistas na rua e de inquéritos online, convidando a participação dos jovens e estudantes com as idades entre 13 e 35 anos, provenientes de escolas, de instituições públicas e privadas e de associações civis, de forma a se obterem dados sobre a saúde física e psicológica e outras áreas diferentes.
A Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) revelou, em resposta a uma interpelação escrita do deputado da Assembleia Legislativa (AL) Chan Iek Lap, que se manifestou preocupado com problemas de saúde mental e emocional dos jovens, que a data prevista da publicação dos resultados da última pesquisa social dos indicadores da juventude, desenvolvida em Setembro de 2022, será em Junho.
O relatório é o resultado de entrevistas na rua e de inquéritos online, que convidaram a participação dos jovens e estudantes com idades entre 13 e 35 anos, provenientes de escolas, de instituições públicas e privadas e de associações civis, de forma a se obterem dados sobre a saúde física e psicológica e outras áreas.
A DSEDJ, através do sub-director Teng Sio Hong, sublinhou que Governo da RAEM “dá muita importância ao desenvolvimento da saúde dos jovens, pelo que incumbe ao longo dos anos as instituições a procederem a estudos relacionados, com vista a fornecer dados e informações para a elaboração das políticas”.
O organismo referiu ainda que reforçou os respectivos trabalhos no ano lectivo de 2022/2023, nomeadamente o incentivo às escolas do ensino não superior para a criação de um grupo de trabalho para o acompanhamento da saúde física e psicológica na escola e para a disponibilização de formações realizadas na escola para pessoal das 25 escolas, entre muitas outras iniciativas
Em 2021, o Instituto de Acção Social (IAS) incumbiu a uma unidade de estudo para iniciar a “Investigação sobre o Problema Juvenil e o Projecto de Desenvolvimento do Serviço Juvenil na RAEM”, e realizou os estudos de acompanhamento nos anos de 2012 e 2019, respectivamente. De acordo com os referidos estudos, o IAS, em cooperação com as associações civis, estabeleceu os complexos de apoio à juventude e família, “com o objectivo de proporcionar, mediante a forma de ‘one-stop’ e de serviços gerais, os serviços sociais de prevenção e desenvolvimento às crianças, aos jovens e às suas famílias na comunidade”. Por outro lado, explicou ainda Teng Sio Hong, o IAS também “criou, em cooperação com as associações civis, as equipas de intervenção comunitária para jovens, para proporcionar serviços extensivos aos jovens com necessidades”.
O responsável da DSEDJ constatou que os factores que afectam a saúde física e psicológica dos jovens “são complexos e não únicos”, por isso a DSEDJ “irá continuar a prestar atenção ao desenvolvimento da saúde física e psicológica dos alunos, bem como a integrar os esforços de diferentes partes para a criação conjunta da rede de apoios dos alunos através do mecanismo de colaboração com características de prevenção, de controlo e de actuação conjunta, desempenhando o papel de guardiã da saúde em conjunto com toda a sociedade”.











