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      Governo pediu dispensa de matrícula de Hong Kong nos veículos de Macau  

      A Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego anunciou ainda que irá analisar a viabilidade de aumentar o número de quotas, “para que mais residentes de Macau possam usufruir da respectiva política”. Zheng Anting salientou que “é necessário reforçar o intercâmbio quer de pessoas de diferentes indústrias quer de inovação tecnológica” entre as duas regiões, mas que, para isso, o Governo deve proceder “aos devidos trabalhos de aperfeiçoamento das quotas e das condições de candidatura”.

       

      O Governo da RAEM pediu ao Governo da região vizinha dispensa de afixação da chapa de matrícula de Hong Kong nos veículos de Macau quando circulam na RAEHK. A novidade foi dada pelo director dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT) em resposta a uma interpelação escrita do deputado da Assembleia Legislativa (AL) Zheng Anting, que pediu uma “optimização da política de quotas para a circulação de veículos particulares entre Macau e Hong Kong”.

      Lam Hin San disse, no entanto, ainda esperar “que os diversos sectores da sociedade compreendam a diferença de ordenamento jurídico entre as duas regiões, e que respeitem as disposições e os procedimentos dos trabalhos de optimização da parte de Hong Kong”, justificando o facto de muitos cidadãos não terem conseguido quota no último sorteio.

      Recorde-se que os serviços competentes divulgaram, recentemente, a atribuição, através de sorteio, de 2.109 quotas para a circulação regular de veículos particulares de Macau entre Macau e Hong Kong através da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, tendo recebido, primeiramente, 8.881 pedidos.

      O responsável da DSAT referiu ainda, na mesma resposta ao também membro da 13.ª Conferência Consultiva Política do Povo Chinês da Província de Guangdong, que, na sequência do intercâmbio entre as duas regiões voltar à normalidade, ambas as partes “irão analisar a viabilidade de aumentar o número de quotas e de alargar os requisitos de requerimento, para que mais residentes de Macau possam usufruir da respectiva política”.

      Recorde-se que, principalmente ao nível económico, Hong Kong tem sido, ao longo dos anos, o principal destino e local de visita dos residentes de Macau e também o principal parceiro comercial de Macau, e Hong Kong e Macau são ambas cidades da Grande Baía, por isso, nas palavras de Zheng Anting, “é necessário reforçar o intercâmbio quer de pessoas de diferentes indústrias quer de inovação tecnológica; ao nível sociocultural, há residentes de Hong Kong e Macau que têm relações familiares e precisam de visitar frequentemente os elementos da família; e, entretanto, Hong Kong é também um destino para muitos estudantes de Macau continuarem os seus estudos”. “Além disso, alguns residentes de Macau preferem deslocar-se a Hong Kong para receber cuidados de saúde e para outros serviços sociais”, considerou ainda o deputado empresário, acrescentando esperar que “o Governo proceda aos devidos trabalhos de aperfeiçoamento das quotas e das condições de candidatura, a fim de responder às solicitações da sociedade”.