A Escola Internacional de Dulwich (Zhuhai), fundada em 2010 e localizada actualmente em Hengqin, está à espera de um aumento do número de alunos vindos de Macau no futuro, nomeadamente depois da reabertura das fronteiras e a contínua melhoria das infra-estruturas na Ilha da Montanha, bem como da implementação de mais políticas favoráveis ao intercâmbio entre Hengqin e Macau.
Destacando-se pelo seu estilo pedagógico britânico, o estabelecimento de ensino secundário, desde a sua fundação, contou já com estudantes que viajam diariamente ou semanalmente de Macau e de Hong Kong para estudar em Zhuhai. De momento, o número de estudantes das RAE ocupa cerca de 17% do número total dos alunos matriculados no ano lectivo de 2022/2023, entre os quais 4% são provenientes de Macau. A instituição pretende, para o próximo ano lectivo, a admissão de 120 a 130 novos alunos no total.
De acordo com a apresentação da escola, por ocasião de uma visita realizada ontem dos órgãos de comunicação social de Macau, a Escola Internacional de Dulwich (Zhuhai) visa proporcionar, exclusivamente, um programa internacional de ensino secundário em Hengqin, estando a disponibilizar currículos escolares da qualificação académica internacional, como IGCSE (The International General Certificate of Secondary Education) e A-Level (General Certificate of Education Advanced Level).
“Isto permite a cada aluno desenvolver o seu talento e perseguir os seus próprios interesses. O nosso ambiente escolar imersivo com um uso total da língua inglesa e a experiência de campus internacional também faz a ponte para o estudo futuro ou a vida no estrangeiro”, realçou a entidade titular de educação.
A instituição tem envidado esforços para preparar os alunos para frequentarem as principais universidades domésticas ou do exterior, revelando que a escolha universitária dos estudantes de Macau varia muito, como acontece com outros alunos da escola, e os destinos preferidos são o Reino Unido, Austrália, Hong Kong e também Macau. Ao longo dos últimos 12 anos, há graduados de Macau a estudarem na Universidade de Manchester, Universidade de Macau, Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau e Universidade Chinesa de Hong Kong. Os alunos das RAE, entretanto, mostram-se mais interessados nas universidades de Macau e Hong Kong durante o tempo da pandemia.
“Pretendemos ter mais colaboração e ligação com as universidades de Macau, de forma a dar mais oportunidades aos nossos estudantes em termos do projecto e da experiência académica em tópicos mais amplos, como a sustentabilidade. Realizámos também recentemente uma viagem do corpo docente à Universidade de São José de Macau”, referiu a instituição.











