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      Celebrações do Ano Novo Chinês podem ter 48 a 50 mil turistas por dia

      A estimativa foi divulgada pelo subdirector dos Serviços de Turismo durante a conferência de imprensa de apresentação da Parada de Celebração do Ano do Coelho. Cheng Wai Tong revelou ainda que o orçamento total das celebrações é de cerca de 30 milhões de patacas, lamentando que a incerteza nos transportes trará menos 70% de visitantes do que é, por norma, habitual nesta altura do ano em tempos pré-pandémicos. Celebrações começam no dia 22 de Janeiro e vão até dia 5 de Fevereiro.

      As autoridades locais esperam que Macau possa receber de 48 a 50 mil turistas por dia durante os feriados do Ano Novo Chinês. O número estimado foi avançado pelo subdirector dos Serviços de Turismo (DST) Cheng Wai Tong durante a conferência de imprensa de apresentação da Parada de Celebração do Ano do Coelho, que terá lugar a 24 e 28 de Janeiro, terceiro e sétimo dia das celebrações, respectivamente.

      O responsável, no entanto, sublinhou que esse número, ainda assim, é menos 70% do que o que se observava antes da pandemia de Covid-19 e explicou porquê. “Ainda há o problema dos transportes, não vamos conseguir ter todas as carreiras de ferries a funcionar como antes da pandemia. É impossível a retoma total dos voos e, por isso, é mais uma questão dos transportes que trazem os turistas”.

      Recorde-se que, em 2019, visitaram a RAEM cerca de 170 mil turistas por dia, o que será, naturalmente, improvável de acontecer neste momento. “Não vamos conseguir de um momento para o outro registar o mesmo número de visitantes”, notou Cheng Wai Tong.

      O programa dos festejos, que vai custar aos cofres públicos um total de cerca de 30 milhões de patacas, contempla, para além da parada que custará 26,8 milhões de patacas, diversas actividades no valor de um milhão de patacas e três espectáculos de fogo de artifício com a duração de quinze minutos que, juntos, custam 2,98 milhões. Terão lugar no terceiro dia do Ano Novo Lunar (24 de Janeiro), no sétimo dia do Ano Novo Lunar (28 de Janeiro), dia de “Todos os Aniversários”, pelas 21h45, na baía em frente à Torre de Macau, com uma duração de 15 minutos, para celebrar o Ano Novo Lunar, e ainda no dia do Festival das Lanternas (5 de Fevereiro), pelas 21h, “para criar um ambiente festivo com luminosas exibições pirotécnicas nos feriados do Ano Novo Lunar”.

      Estão ainda a ser ultimados 18 carros alegóricos para os tradicionais votos de felicidade aos residentes do território. Os veículos estarão em exibição de 25 a 27 de Janeiro na marginal do Centro de Ciência de Macau, e de 29 de Janeiro a 12 de Fevereiro na Praça do Tap Seac. A terem lugar nas zonas centro e norte da península de Macau, o programa inclui ainda animações que antecipam o evento, um espectáculo de abertura, espectáculos culturais e artísticos, entre outros, referiu a DST.

      O primeiro dia de festa, a 22 de Janeiro, está reservado para o habitual desfile do dragão dourado para receber o Ano Novo que liga as Ruínas de São Paulo ao templo de A-Má. O evento contará com cerca de mil artistas e 24 equipas de performance, locais, de Hong Kong e também da China continental.

      Já no que concerne à possível ocupação hoteleira durante esses dias festivos, o responsável da DST disse que, à data, a taxa de reservas hoteleiras situa-se entre os 30 a 50%. O sector hoteleiro “não consegue dispor de todos os quartos”, constatou Cheng Wai Tong, lembrando que existe ainda falta de mão-de-obra. “Neste momento estão a ser feitos ajustamentos, é preciso tempo para recrutar trabalhadores”, constatou

      O subdirector da DST assumiu ainda que a entidade que representa tudo fará que os turistas fiquem em Macau o mais tempo possível. “O programa de actividades festivas contribuirá para o prolongamento da estadia dos visitantes em Macau, a promoção do consumo e a recuperação do turismo e da economia de Macau. Por outro lado, a DST lançará campanhas promocionais direccionadas para diferentes mercados de visitantes, reforçando a divulgação online e presencial em todas as plataformas de cooperação, expandindo em todos os aspectos os mercados de visitantes e impulsionando a recuperação de todos os sectores de Macau”, referiu.