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      Início Economia Volume de negócios do Festival de Gastronomia caiu mais de 20%

      Volume de negócios do Festival de Gastronomia caiu mais de 20%

      O volume de negócios dos restaurantes presentes no Festival de Gastronomia, que se realizou junto à Torre de Macau entre 18 de Novembro e 4 de Dezembro, encolheu mais de 20%, assumiu Chan Chak Mo, presidente da associação que organiza o evento.

      Os restaurantes presentes no Festival de Gastronomia de Macau sofreram uma quebra no volume de negócios na ordem dos 20 a 25%, assumiu Chan Chak Mo, presidente da União das Associações dos Proprietários de Estabelecimentos de Restauração e Bebidas de Macau, que organiza o evento. O festival decorreu entre os dias 18 de Novembro e 4 de Dezembro, junto à Torre de Macau. Esta foi a 22.ª edição do evento.

      Citado pelo portal Macau News Agency, Chan Chak Mo culpou três factores: as restrições ligadas à Covid-19 no interior da China, as condições meteorológicas e o Mundial de Futebol do Qatar.

      Embora ainda sem números finais sobre o volume de negócios durante os dias do festival, o também deputado à Assembleia Legislativa e empresário do ramo da restauração disse que os responsáveis dos restaurantes presentes no evento lamentaram a queda anual no volume de negócios que variou entre 20 e 25%.

      O organizador disse que o festival tinha recebido menos visitantes em comparação com o ano passado, “provavelmente devido ao mau tempo recente e às preocupações com as restrições ligadas à Covid”. Chan Chak Mo justificou também que alguns dos potenciais clientes poderão ter preferido ir ver os jogos do mundial do Qatar em restaurantes e bares em vez de frequentarem o Festival de Gastronomia.

      “No entanto, conseguimos cumprir o nosso objectivo original de terminar o evento sem problemas no meio das preocupações com o Covid-19 entre as empresas participantes”, salientou Chan Chan Mo. Recorde-se que um dos recentes casos confirmados de Covid-19 no território esteve no Festival de Gastronomia. Ainda assim, o evento não foi cancelado nem suspenso. As autoridades não se mostraram preocupadas com a situação. Chan Chak Mo assinalou que cada espaço tinha o seu código de local do código de saúde para satisfazer os requisitos das autoridades de saúde.

      O jornal Ou Mun indicou que muitos dos participantes se queixaram dos preços dos produtos à venda no festival. O presidente da associação que organiza o evento explicou que cada loja tinha o seu objectivo no festival, sendo que algumas queriam facturar mais e outras queriam apenas promover a sua marca. “A organização não interfere com os preços praticados por cada espaço”, esclareceu Chan Chak Mo, explicando que os visitantes puderam aproveitar cupões de desconto e outras promoções.

      Por fim, Chan Chak Mo disse que, se não houvesse restrições fronteiriças devido à Covid-19, consideraria convidar restaurantes e empresas do estrangeiro, como Japão ou Malásia, de forma a participarem no festival.