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      IC garante que vai investir mais na protecção dos sítios históricos da Rota Marítima da Seda

      Leong Wai Man, presidente do Instituto Cultural (IC), discursou ontem no encerramento do Fórum Cultural sobre a Rota Marítima da Seda e assinalou que a candidatura à lista do Património Cultural Mundial é uma iniciativa que “pode contribuir, em grande medida, para a mobilização dos jovens estudantes de Macau no sentido de quererem conhecer e apreciar, ainda mais, a história e a cultura da China”. A responsável assegurou ainda que o IC irá investir cada vez mais para melhorar a protecção e a utilização dos sítios históricos da Rota Marítima da Seda.

      Na cerimónia de encerramento do Fórum Cultural sobre a Rota Marítima da Seda, Leong Wai Man destacou Macau enquanto cidade com “uma rica história de intercâmbio multicultural” e com “património diversificado” que faz parte da iniciativa. Macau pode “desempenhar bem o papel de ponte para o intercâmbio e a cooperação em vários temas sobre a Rota Marítima da Seda”, afirmou a presidente do Instituto Cultural (IC).

      O Fórum Cultural sobre a Rota Marítima da Seda, que se realizou entre quarta e quinta-feira, centrou-se em temas tais como a “Definição no Âmbito do Espaço e do Tempo da Rota Marítima da Seda”, os “Valores Históricos e Contemporâneos do Património Cultural da Rota Marítima da Seda” e a “Conservação e Utilização Sustentável do Património Cultural da Rota Marítima da Seda”.

      O fórum, que se realizou no Centro de Ciência de Macau, teve a presença de mais de uma centena de representantes de vários países e regiões – como o interior da China, Hong Kong, Macau, Reino Unido, Austrália, Japão, Coreia do Sul, Indonésia, Sri Lanka, Portugal, Estados Unidos e Bangladesh – bem como instituições patrimoniais internacionais tais como a UNESCO e o ICOMOS.

      A iniciativa contou com cerca de 20 rondas de palestras temáticas e discursos. A organização diz que este fórum apresentou Macau como “uma base de intercâmbio e cooperação para promover a coexistência de diversas culturas, sendo a cultura chinesa a predominante”.

      Os participantes sublinharam a importância da candidatura para inscrição na Lista do Património Cultural Mundial. Candidatura essa que, na opinião de Leong Wai Man, “pode contribuir, em grande medida, para a mobilização dos jovens estudantes de Macau no sentido de quererem conhecer e apreciar, ainda mais, a história e a cultura da China”.

      A presidente do IC garantiu que o organismo vai continuar a desempenhar o papel de órgão de gestão da candidatura da Rota Marítima da Seda para inscrição na Lista do Património Cultural Mundial, “continuando igualmente a investir cada vez mais recursos para melhorar a protecção e a utilização dos sítios históricos da Rota Marítima da Seda, contribuindo activamente desta forma para promover a candidatura da Rota Marítima da Seda para inscrição na Lista do Património Cultural Mundial”.

      Macau tem vindo a participar, desde 2015, nos trabalhos para a candidatura, tendo-se agregado, em Maio de 2019, à União das Cidades para a Protecção e Candidatura da Rota Marítima da Seda para Inscrição na Lista do Património Cultural Mundial. “Os organizadores esperam que o Fórum Cultural Internacional sobre a Rota Marítima da Seda possa fortalecer ainda mais o suporte técnico relacionado com a referida nomeação, tendo como base o desenvolvimento de mais investigação académica sobre temas conexos, e promovendo assim um efeito positivo no âmbito da preservação do património cultural, desenvolvimento sustentável urbano, e promoção de Macau como ‘Uma Base'”, lê-se no comunicado de imprensa.