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      Guias turísticos devem submeter-se a teste semanal de Covid-19 ao receber excursões

      As excursões turísticas, que estão prestes a voltar a Macau, vão ter de limitar o número de visitantes participantes por grupo e declarar os seus registos de itinerário dos últimos dez dias antes da viagem, segundo os Serviços de Saúde. As autoridades divulgaram ontem as orientações sanitárias para funcionamento das excursões, exigindo aos guias turísticos a realização deum teste de ácido nucleico pelo menos a cada sete dias.

       

      Com a aproximação da retoma das excursões turísticas no território, os Serviços de Saúde (SSM) emitiram ontem orientações de prevenção epidémica para os organizadores de excursões locais. Entre as recomendações, as autoridades aconselham a limitação do número de visitantes em cada grupo de excursões e os guias turísticos devem submeter-se a um teste de ácido nucleico a cada sete dias.

      As orientações, dedicadas às excursões de turismo que decorrem em Macau, embora proponham limitar o número de participantes num grupo de visita, com vista a evitar aglomerações durante o trânsito e actividades, não estipulouum número máximo fixado para referência.

      “O número de membros por grupo depende da disponibilidade de veículos de transporte e locais de recepção. Se o número de pessoas for demasiado grande, o grupo deve ser dividido durante as actividades turísticas, sendo que os indivíduos de diferentes grupos não devem entrar em contacto com os outros tanto quanto possível”, salientou.

      Os líderes de grupos de excursões e os guias turísticos são obrigados a realizar um teste de ácido nucleico pelo menos a cada sete dias durante a execução do trabalho, segundo o documento, e a submissão a testes apenas pode ser interrompida se esses profissionais estiverem de férias ou deixarem de receber excursões por mais de três dias.

      A directriz exige ainda que os funcionários relevantes e todos aqueles que se inscrevem em excursões turísticas declarem o seu historial de viagem e de contactos pessoais nos 10 dias anteriores. O organismo indicou que deve ser suspensa a vinda de indivíduos que tenham estado em países ou regiões de alto, médio ou baixo risco de Covid-19, ou com itinerário emzonas onde se registem casos importados ou de infecção comunitária. Os contactos próximos e os contactos próximos por segunda via dos casos diagnósticos e de infecção assintomática também não serão acolhidos nas excursões.

      Os responsáveis das excursões são obrigados também à medida de medição da temperatura corporal todos os dias dos participantes do grupo, tendo a responsabilidade de verificar ainda o seu Código de Saúde, que deverá ter a cor verde.Devem também ser registados os itinerários detalhados de actividades dos turistas, incluindo a hora de entrada e saída dos locais de visitas. As máscaras devem ser usadas correctamente durante toda a excursão e podem ser removidas apenas quando necessário, como para comer, por exemplo”, destacaram.

      Por outro lado, os SSM estabelecem que, caso seja descoberto que o Código de Saúde dos membros do grupo de excursão está da cor amarela ou vermelha, deve ser suspensade imediato a viagem dessa pessoa, sendo que os guias turísticos devem notificar a sua agência de viagens para acompanhamento relevante. Segundo a orientação, a mesma notificação deve a ser feita quando se verificar que os turistas têm febre, tosse ou outros sintomas respiratórios relacionados com a Covid-19.

      As autoridades sanitárias alertam ainda os membros de excursões para notificar a agência de viagens se forem, após as excursões, identificados como casos confirmados de Covid-19, infecções assintomáticas ou contacto próximo ou contacto próximo de segunda via.

      Recorde-se que Macau vai voltar a receber excursões turísticas de visitantes do interior da China no próximo mês, depois de três anos de pandemia e suspensão dessa actividade turística. O Chefe do Executivo, Ho Iat Seng, quando anunciou a retoma, disse esperar que a RAEM acolha 40 mil turistas por dia.