Ma Io Fong quer alunos com menos peso nas mochilas

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A propósito do recomeço das aulas, o deputado Ma Io Fong pede melhores condições para os estudantes, nomeadamente que o peso das suas mochilas seja reduzido. Num comunicado enviado ontem às redacções, o parlamentar sugere ao Governo que acelere os trabalhos de redução do peso das mochilas escolares, reduzindo este “fardo” dos estudantes. Além disso, Ma Io Fong sugeriu que o Governo reforce a coordenação com as editoras de livros para acelerar a entrega e distribuição dos livros escolares e promover medidas de relaxamento das fronteiras para facilitar a chegada dos alunos transfronteiriços.

O deputado, membro da direcção da Associação de Educação de Macau e vice-presidente da Associação da Construção Conjunta de Um Bom Lar, lembra que o Governo conseguiu alcançar o objectivo de fazer com que o peso das mochilas dos alunos de Macau não excedesse 15% do seu peso corporal, no entanto, no início do ano lectivo, uma vez que os alunos podem não saber que aulas vão ter, os alunos levam consigo “demasiados livros, o que resultava em mochilas escolares com excesso de peso”. Assim, Ma Io Fong sugere que as autoridades revejam os progressos da implementação da redução do peso da mochila escolar e explorem a possibilidade de reduzir ainda mais o peso das mochilas.

Sobre o relaxamento das restrições fronteiriças para os alunos do interior da China, Ma Io Fong lembra que actualmente, para entrar em Macau vindo de Zhuhai, é necessário apresentar um teste de ácido nucleico negativo realizado nas últimas 48 horas e, por isso, sugere que esse prazo seja aumentado.

Por fim, sobre a distribuição dos livros escolares, o deputado diz ter recebido queixas de pais que ainda não tinham recebido os livros dos seus filhos e estavam preocupados que o progresso dos estudos dos seus filhos pudesse ser afectado. Assim, Ma Io Fong diz esperar que o Governo reforce a coordenação entre as partes “para assegurar a entrega atempada de manuais didácticos, emitir orientações e sugestões atempadas às escolas e aos pais, e fazer ajustamentos razoáveis aos conteúdos didácticos ou fornecer outras medidas de contingência para mitigar o impacto no ensino e na aprendizagem”.