As creches subsidiadas e os lares de idosos retomaram ontem o normal funcionamento e os serviços. Segundo o jornal Ou Mun, muitas creches destacaram que, em conformidade com as exigências de prevenção de epidemia do Governo, pais e crianças que entram nacreche têm de mostrar os códigos de saúde e medir a temperatura.
Nas creches, há divisórias instaladas nas salas de aula, as crianças são separadas para comer e brincar, e há também pessoal fixo para tomar conta das crianças que realizam actividades em grupo, como, por exemplo, norecreio, onde elas devem dividir-se em grupos e brincar em diferentes áreas. Actualmente, conforme as exigências das autoridades, todos os funcionários de creches são obrigados a fazer teste de ácido nucleico a cada sete dias.
Cerca de 340 crianças regressaram às creches que pertencem à União Geral das Associações dos Moradores de Macau (UGAMM). Cheong Un Si, vice-directora do Gabinete de Serviços Sociais da UGAMM, referiu que um total de 151 famílias foram atendidas pelos serviços da instituição. Enquanto as creches estiveram encerradas devido à epidemia, a associação recebeu muitos telefonemas de pais a questionar quando seriam retomados os serviços.
Alguns pais apontaram que as crianças ficavam em casa durante a epidemia e as suas actividades forambastante reduzidas, e esperam que as crianças voltem à vida colectiva, acrescentou Cheong Un Si. Actualmente, com o retomar das actividades normais, os serviços das creches podem reduzir a pressão nos pais. Por outro lado, como as crianças pequenas entrarão na escola no próximo mês, os pais desejam que elas voltem às creches para que se possam adaptar à vida escolar com antecedência.
Cheong Un Si pede que o Governo ajuste as medidas de prevenção epidémica nas creches oportunamente. Para famílias com crianças menores de três anos, os cuidadores devem ser vacinados o mais rápido possível, salientou a responsável da UGAMM. Hong Kong e outrasregiões vizinhas já começaram a vacinação para crianças de seis meses ou mais. Cheong Un Si sugeriu que as autoridades consultem os dados relevantes e considerema vacinação para bebés e crianças pequenas para reduzir o risco de infecção.











