Mulheres grávidas e em pós-parto pedem prolongamento das licenças de maternidade

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FOTOGRAFIA: GONÇALO LOBO PINHEIRO

Várias mulheres grávidas e em pós-parto pedem um prolongamento das suas licenças de maternidade devido ao impacto do surto na comunidade. Segundo denúncias nas redes sociais, citadas pelo jornal Ou Mun, algumas mulheres na gravidez e em pós-parto referem que, desde o início do surto, têm sido influenciadas pelas várias rondas de testes de ácido nucleico e pela suspensão dos cuidados de saúde e dos exames pré-natais e pós-natais.

Assim, as mulheres pedem ao Governo que apele aos empregadores para aumentarem a licença de maternidade – remunerada ou não. As mulheres pedem um aumento do número de dias de licença de maternidade correspondente ao número de dias em que tiveram de participar nos testes em massa.

As mulheres dizem que, por causa da suspensão de cuidados pré-natais, pós-natais e cuidados de saúde do bebé, não conseguem saber o seu estado da saúde nem o do bebé. Isto poderá causar pressão psicológica e até mesmo o tratamento atrasado em caso de algum problema, afectando a sua saúde física e mental, alegam as queixosas.

É pedido também que o serviço de testes em massa possa isentar as mulheres em situação de pós-parto, uma vez que podem não estar em condições de sair de casa. Além disso, as mulheres questionam se é adequado e razoável que o posto de testes destinado a pessoas com necessidades especiais não aceite mães em pós-parto.

Devido aos serviços limitados prestados ao público durante a epidemia, os pedidos de certificados e os subsídios de segurança social para bebés recém-nascidos foram repetidamente adiados e as mulheres dizem que isso não só afecta a vacinação e os cuidados de saúde dos bebés, como também faz com que as mães não possam concluir os procedimentos durante a licença de maternidade e precisem de solicitar uma licença adicional ou licenças sem vencimento para processar os pedidos relacionados com os filhos.