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      IAS vai abrir duas creches na zona norte da península de Macau

      A novidade foi revelada pelo presidente da entidade em resposta a uma interpelação escrita do deputado da AL Lam Lon Wai. Hon Wai referiu ainda que, em Janeiro, existiam cerca de 1.200 vagas espalhadas pelo território para crianças com menos de dois anos de idade.

       

      O presidente do Instituto de Acção Social (IAS) revelou, em resposta a uma interpelação escrita do deputado da Assembleia Legislativa (AL) Lam Lon Wai, que está para breve a abertura de mais duas creches no norte da península de Macau, reforçando a zona com mais 300 vagas para crianças com menos de dois anos de idade.

      De igual modo, Hon Wai divulgou que, em Janeiro, existiam cerca de 1.200 vagas para crianças da mesma faixa etária, incluindo mais de 200 vagas de acolhimento de crianças subsidiadas e 1.000 não subsidiadas. “É evidente que a oferta de vagas para crianças com menos de dois anos em Macau é adequada para satisfazer as necessidades da comunidade”, constatou o presidente do IAS.

      O mesmo responsável lembrou Lam Lon Wai que, em 2021, o número de vagas para crianças de um a menos de dois anos e para crianças com menos de um ano de idade em creches do território “representará mais de 50% e quase 10% da população nos grupos etários relevantes”.

      O IAS recolhe, em Dezembro de cada ano, os planos de inscrição para o ano seguinte, incluindo a idade estimada das crianças a serem admitidas em cada sala de actividades, de modo a atingir o objectivo de providenciar lugares suficientes até dois anos de idade nos centros de acolhimento subvencionados e coordenar a oferta de lugares para todos os grupos etários. “Nos últimos anos, as creches ajudadas pelo Governo têm geralmente seguido os seus planos de recrutamento de crianças. Quando o processo de inscrição estiver concluído, o IAS publicará informações sobre o número de crianças ainda disponível em cada centro, para que aqueles que ainda têm necessidade de cuidados infantis possam inscrever-se”, disse Hon Wai, que relembrou que “as creches prestam serviços de apoio de natureza social, partilham a responsabilidade de cuidados infantis das famílias sem adultos disponíveis para cuidar dos seus filhos e proporcionam educação infantil como serviço complementar”.

      Por forma a apoiar as famílias vulneráveis ou em risco, o presidente do IAS afirmou que a entidade pública tem vindo a lidar com as necessidades de emergência e cuidados temporários de crianças decorrentes de várias razões. Nesse sentido, admitiu, “foram criados centros de cuidados infantis subvencionados para prestar cuidados de emergência/temporários”. Além disso, foi estabelecido um mecanismo com centros de cuidados infantis subsidiados “para proporcionar isenções de taxas às famílias encaminhadas e avaliadas pelo IAS como estando em dificuldades financeiras, tendo em conta a situação real das famílias”.

      Recorde-se que tanto as creches subsidiadas como as não-subsidiadas partilham a responsabilidade dos cuidados infantis com as famílias. A diferença entre elas é que as creches subsidiadas são instalações orientadas para o apoio social e o bem-estar, dedicadas a salvaguardar o padrão de vida das famílias em situação vulnerável e a prestar serviços de acolhimento adequado às famílias com dificuldades em cuidar de crianças. As creches não-subsidiadas são estruturas auto-financiadas de acolhimento de crianças que operam de forma independente no mercado. Ambas estão sob a tutela do IAS e as suas instalações e funcionamento estão sujeitos à mesma portaria, que as obriga a cumprir com os vários pré-requisitos estipulados nas leis e regulamentos em vigor. Os pais podem escolher o tipo de serviço de cuidados infantis que melhor lhes convém, com base nas suas próprias necessidades específicas.

       

      PONTO FINAL