Edição do dia

Domingo, 19 de Maio, 2024
Cidade do Santo Nome de Deus de Macau
chuva moderada
25.9 ° C
26.9 °
25.9 °
83 %
6.7kmh
40 %
Dom
25 °
Seg
24 °
Ter
25 °
Qua
25 °
Qui
25 °

Suplementos

PUB
PUB
Mais
    More
      InícioSociedadeEscolas não reportaram dificuldades na contratação de professores estrangeiros, diz a DSEDJ

      Escolas não reportaram dificuldades na contratação de professores estrangeiros, diz a DSEDJ

      As escolas de Macau não relataram à Direcção dos Serviços de Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) dificuldades na contratação de professores estrangeiros, indicou o organismo. Na conferência de imprensa de ontem após a reunião do Conselho de Educação para o Ensino Não Superior, os responsáveis indicaram que será preciso esperar pelo atenuar da pandemia para resolver os eventuais problemas na contratação de docentes vindos do estrangeiro.

      A Direcção dos Serviços de Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) não recebeu qualquer alerta de escolas locais para a dificuldade de contratação de professores no estrangeiro, indicou ontem o organismo após a reunião do Conselho de Educação para o Ensino Não Superior.

      Questionado sobre o tema, Luís Gomes, chefe substituto do Departamento do Ensino Não Superior, indicou que a eventual dificuldade na contratação de professores no estrangeiro tem a ver com a política anti-pandémica, que não permite a entrada de estrangeiros.

      “Vamos comunicar de forma estreita com, por exemplo, a Alfândega e os Serviços de Saúde”, indicou, garantindo que, caso as escolas necessitem de professores recrutados no estrangeiro devem comunicar à DSEDJ. No entanto, “precisamos de compreender que nesta altura as entradas e saídas serão restringidas e há muitos factores envolvidos nesta situação”. “Acho que, com a atenuação da epidemia, podemos tentar resolver o problema”, disse Luís Gomes.

      O responsável explicou então que as escolas têm, anualmente, de reportar o recrutamento dos docentes e a avaliação sobre os actuais professores e, nessas informações, “as escolas não revelaram essas necessidades”. “Vamos comunicar com as escolas para ver as exigências delas”, referiu.

      Na reunião de ontem, os responsáveis da DSEDJ voltaram a falar no Plano de Integração das Escolas Oficiais, que prevê que, a partir do próximo ano lectivo, a Escola luso-Chinesa Técnico-Profissional, a Escola Secundária luso-Chinesa de Luís Gonzaga Gomes e a Escola Primária Luso-Chinesa da Flora sejam integradas, tornando-se escolas de sistema ‘one stop’, onde serão ministrados os ensinos infantil primário e secundário. A Escola da Flora passará a ser de ensino especial.

      “Há uma escola de educação especializada que estará localizada na zona do Jardim da Flora”, indicou o responsável da DSEDJ. “Segundo a estatística, 85% destes estudantes vivem em Macau, por isso, os pais, bem como os docentes, acham que é melhor criar uma escola que presta educação infantil até à secundária”, explicou Luís Gomes, acrescentando que na Taipa também haverá uma escola que terá uma parte para o ensino especial. O mesmo acontecerá com a Escola Técnico-profissional da Areia Preta, que terá também uma turma de ensino especial.