Edição do dia

Segunda-feira, 26 de Fevereiro, 2024
Cidade do Santo Nome de Deus de Macau
nuvens dispersas
13.9 ° C
15.9 °
13.9 °
77 %
6.2kmh
40 %
Dom
15 °
Seg
19 °
Ter
19 °
Qua
20 °
Qui
22 °

Suplementos

PUB
PUB
Mais
    More
      Início Sociedade Alunos da secção bilingue da Flora podem escolher entre Gonzaga Gomes e...

      Alunos da secção bilingue da Flora podem escolher entre Gonzaga Gomes e Zheng Guanying

      A única diferença é que a entrada na primeira é directa, mas já a transferência para a segunda só pode ser realizada através dos respectivos procedimentos transitórios, conforme explicou ao PONTO FINAL a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude. A nova escola da educação especial inclusiva passará a chamar-se apenas Escola Pública da Flora.

       

      Conforme o PONTO FINAL já havia anunciado em Dezembro passado, a Escola Primária Luso-Chinesa da Flora vai sofrer uma divisão. As secções portuguesa e bilingue serão integradas na Escola Secundária Luso-Chinesa Luís Gonzaga Gomes, enquanto a secção chinesa será absorvida pela Escola Primária Oficial Luso-Chinesa Sir Robert Ho Tung.

      No entanto, e uma vez que durante todo o processo a Escola Oficial Zheng Guanyning surgiu por diversas vezes em variados cenários, nomeadamente no que à secção bilingue diz respeito, pedimos à Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) que nos clarificasse o panorama. “Para a actual Escola Primária Luso-Chinesa da Flora, serão realizados trabalhos de transição, os alunos do 1.º ano ao 5.º ano do ensino primário das turmas bilingues Chinês-Português serão transferidos para a Escola Secundária Luso-Chinesa de Luís Gonzaga Gomes, aos respectivos níveis escolares; os alunos do 3.º ano do ensino infantil podem escolher a continuarem o seu estudo na Escola Secundária Luso-Chinesa de Luís Gonzaga Gomes, no entanto, se estão interessados em estudar no 1.º ano do ensino primário de turma bilingue Chinês-Português, também podem ser transferidos, através dos respectivos procedimentos transitórios, para estudarem na Escola Oficial Zheng Guanying”, esclareceu a entidade que tutela o sector da educação em Macau.

      A DSEDJ voltou a reiterar ao nosso jornal que todo o processo de integração das escolas públicas visa, essencialmente, “assegurar a qualidade relacionada com o acesso à educação dos estudantes e a pedagogia é o factor principal e primeiro das considerações sobre o projecto da integração das escolas públicas do ensino não superior” e garantiu, no sentido dos pais e encarregados de educação não ficarem preocupados, que não há desinvestimento na educação, pelo contrário, “não será reduzido o número de vagas dos alunos disponibilizado pelas escolas públicas, bem como não haverá corte no número de docentes pedagógicos”.

      Mas como o nenhum processo é estanque, “a integração das escolas públicas vai determinar ainda mais claramente as características e funções dos diferentes estabelecimentos escolares públicos”, refere ainda a DSEDJ na mesma resposta ao nosso jornal.

      Como também já se sabe, nas actuais instalações situadas no Jardim da Flora passará a funcionar uma escola oficial de sistema ‘one stop’ do ensino especial. Contudo, apesar de a DSEDJ não ter revelado muitos pormenores acerca do ‘modus operandi’ na nova escola, disse ao PONTO FINAL que a mesma se irá denominar simplesmente “Escola Pública da Flora”. “Após a integração, a Escola Pública da Flora será criada como uma escola da educação inclusiva que oferece todos os níveis de ensino”, notou, reiterando que “permitirá uma maior eficácia na prestação de serviços aos alunos com necessidades educativas especiais, devido à concentração das equipas de profissionais docentes e de serviços terapêuticos”.

       

      PONTO FINAL