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      Cerca de 3.500 trabalhadores da cadeia de frio sujeitos a teste de ácido nucleico a cada 3 dias

      Num comunicado de imprensa divulgado pelo Instituto para os Assuntos Municipais (IAM) é referido que, desde ontem, todos os empregados da linha de frente que efectuam operações de importação, carga e descarga, transporte, de armazenamento e de comercialização de produtos alimentares da cadeia de frio serão obrigados a realizar testes de ácido nucleico a cada três dias. As autoridades afirmaram que actualmente cerca de 3.500 trabalhadores da cadeia de frio foram registados e sujeitos a monitorização.

       

      A partir de ontem, aproximadamente 3.500 funcionários envolvidos nas actividades relacionadas com a cadeia de frio de alimentos estão sujeitos à obrigatoriedade do teste de ácido nucleico para a Covid-19 de três em três dias. Conforme o comunicado divulgado ontem pelas autoridades, o Instituto para os Assuntos Municipais (IAM) frisou que a medida adoptada se destina a reforçar a prevenção e controlo de pandemia no âmbito da cadeia de frio, evitando a contaminação e transmissão da Covid-19 através da importação de produtos alimentícios, frutas e embalagens que vêm do estrangeiro transportadas pela cadeia de frio.

      O IAM afirmou que as autoridades vão implementar rigorosamente as medidas para assegurar a desinfecção preventiva das embalagens exteriores e a realização de teste de produtos embalados. Para além dos alimentos da cadeia de frio, o organismo ainda impõe medidas para desinfectar as embalagens de frutas importadas. Após o IAM ter ouvido as opiniões do sector e coorganizado com os serviços de saúde, foi decidido aumentar o número de locais que efectuam testes de ácido nucleico para estes profissionais.

      Anteriormente, o presidente do Conselho de Administração do Instituto para os Assuntos Municipais, José Tavares, a vice-presidente, O Lam, a vogal Ung Sau Hong, os deputados da Assembleia Legislativa José Chui e Ip Sio Kai, os representantes do sector, designadamente, o presidente da direcção da Associação da União dos Fornecedores de Macau, Lei Heng Kit, e o presidente da direcção da Associação dos Comerciantes de Carne Congelada de Macau, Leong Si Iao, reuniram-se para discutir melhorias no sentido de aumentar a segurança e saúde dos funcionários envolvidos na cadeia de frio alimentar, e facilitar a rastreabilidade dos alimentos e frutas importadas deste sector.

      O organismo salientou que, actualmente, uma média de 100 mil caixas de alimentos congelados e frutas importadas do estrangeiro são desinfectadas todas as semanas, havendo ainda testes de ácido nucleico. Todos os dias, cerca de 300 amostras de alimentos e ambientais da cadeia de frio são colhidas para serem submetidas a testes, e as amostras colhidas correspondem a uma certa percentagem de acordo com a avaliação de risco. Só as que obtiverem resultados negativos poderão ser comercializadas no mercado.

      O IAM apontou que, para melhorar a rastreabilidade dos produtos alimentares da cadeia de frio e das frutas importadas, para além dos produtos alimentares onde existe a obrigatoriedade de se fazerem declarações normalizadas no sistema de rastreabilidade, o sector também é obrigado a fazer registos normalizados das frutas importadas para facilitar a rastreabilidade do fluxo físico de mercadorias pelas autoridades competentes.

      O IAM realçou também que desde a implementação das medidas preventivas da cadeia de frio foram realizadas um total de 780 inspecções no aeroporto, terminais marítimos, armazéns de refrigeração, entradas de importação, estabelecimentos comercialização a retalho de alimentos da cadeia de frio e lojas de fruta.

       

       

      PONTO FINAL