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      Foco do trabalho do Instituto para a Supervisão e Administração Farmacêutica cairá na medicina chinesa

      Com o estabelecimento do Instituto para Supervisão e Administração Farmacêutica e a entrada em vigor do novo regime relacionado à medicina tradicional chinesa, Choi Peng Cheong assinalou, após a tomada de posse como presidente do instituto, que a missão mais importante agora é implementar e aplicar as políticas da medicina chinesa, esperando que mais medicamentos chineses fabricados localmente possam entrar no mercado da Grande Baía.

       

      Para o novo presidente do Instituto para a Supervisão e Administração Farmacêutica (ISAF), Choi Peng Cheong, a implementação dos diplomas relacionadas à medicina tradicional chinesa será o trabalho prioritário após a sua tomada de cargo, incluindo “garantir a segurança, a eficácia e o controlo de qualidade dos medicamentos”.

      “A lei da actividade farmacêutica no âmbito da medicina tradicional chinesa e do registo de medicamentos tradicionais chineses entrou em vigor este mês, é um regime totalmente novo, portanto eu e a minha equipa vamos reforçar o trabalho dessa área. Vamos optimizar continuamente outros regulamentos e leis relacionados, procurando garantir a segurança e a eficácia em relação aos medicamentos no mercado local, melhorando a actual gestão de todo o ciclo de vida da medicina, de forma que o sector obtenha um desenvolvimento saudável e sustentável”, sublinhou ontem Choi Peng Cheong, à margem da cerimónia de tomada de posse.

      O responsável assinalou que as políticas relativas à medicina chinesa visam principalmente a fiscalização os medicamentos tradicionais chineses, ou seja, os que se vendem com finalidade médica. Porém, segundo o responsável, os produtos com uso de suplementos para saúde estão sujeitos à lei de segurança alimentar.

      “O ISAF será responsável pela gestão e fiscalização de todos os medicamentos ocidentais, chineses, naturais na RAEM. Mantém-se um contacto estreito com o sector, cooperando com a Comissão Técnica para os Assuntos da Farmácia Tradicional Chinesa a realizar sessões de esclarecimento. A opinião mais recente do sector é esperar o organismo a lançar mais iniciativas educativas e promocionais sobre o novo regime da medicina chinesa”, disse.

      Além da lei da actividade farmacêutica no âmbito da medicina tradicional chinesa e do registo de medicamentos tradicionais chineses, o instituto vai se dedicar ao “o estudo do sistema do regime de registo de dispositivos médicos de pequena dimensão, o desenvolvimento das tarefas relacionadas com a supervisão farmacêutica no âmbito das políticas e medidas preferenciais a Macau na construção da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau”.

      Na ocasião, Choi Peng Cheong adiantou ainda que o Governo da RAEM tem promovido o sector local de medicina chinesa para entrar no mercado da Grande Baía, através de um mecanismo particular.

      Tendo já um produto médico de uso externo produzido localmente a ser vendido na Grande Baía, e várias fórmulas de uso externo locais que estão no processo de declaração para obter a autorização de venda, o presidente do ISAF acredita que haverá cada vez mais produtos médicos locais reconhecidos na área da Grande Baía no futuro, nomeadamente com o apoio do Parque Científico e Industrial de Medicina Tradicional Chinesa para a Cooperação Guangdong-Macau, no âmbito da incubação de produtos e aperfeiçoamento de técnicas de fábrica.

      Foi realizada ontem a cerimónia de tomada de posse como presidente do ISAF de Choi Peng Cheong, com a presença da secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, Elsie Ao Ieong, e da Chefe do Gabinete, Ho Ioc San. De acordo com que as autoridades divulgaram anteriormente, o ISAF será dirigido por um presidente, Choi Peng Cheong, e dois vice-presidentes, Ng Kuok Leong e Lei Sai Ian, possuindo cinco departamentos e seis divisões com um total de 105 funcionários.

       

      PONTO FINAL