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      “This is Beishan Station”, uma novidade em Zhuhai, abre hostilidades no próximo sábado  

      A iniciativa, que acontece no bairro tradicional de Beishan, em Zhuhai, inclui uma exposição de fotografia, concertos e uma mostra de cinema made in Macau. A ideia passa por ligar a cidade chinesa às cidades circundantes, como Macau, Cantão e Shenzhen, e arranca a sua programação de 2022 com o evento promovido por Manuel Correia da Silva, co-fundador do já conhecido festival “This is My City”.

       

      “This is Beishan Station” é a nova aposta de Manuel Correia da Silva para a cidade vizinha de Zhuhai e vai começar a 8 de Janeiro. O novo evento vem no seguimento do já conhecido “This is My City” e inclui, na sua primeira edição, uma exposição de fotografia, concertos e uma mostra de cinema made in Macau. A iniciativa termina a 20 de Fevereiro.

      “O ‘This is Beishan Station’ é a combinação de dois projectos que se complementam:  o  festival  ‘This is My City’,  que,  com  os  15  anos  que celebra, quer e propõe alcançar novos universos, neste caso em Zhuhai, numa ligação óbvia entre Macau e Zhuhai, e o espaço Beishan Station, um espaço no bairro de Beishan, onde vários eventos vão acontecer com foco na música e nas artes visuais”, explicou o português Manuel Correia da Silva, fundador do “This is Beishan Station” e co-fundador do festival “This is My City”.

      A Beishan Station é um novo espaço artístico em Zhuhai, que pretende ligar a cidade chinesa às cidades circundantes, como Macau, Cantão e Shenzhen, e arranca a sua programação de 2022 com o evento promovido por Manuel Correia da Silva.

      O evento começa com a abertura da exposição de fotografia intitulada “‘#OFFLINE”, da autoria de Nikola Sekularac, um fotógrafo natural de Belgrado, na Sérvia, baseado em Zhuhai há alguns anos. “#Offline’ é um retrato da realidade, composta por 701 fotografias tiradas durante dois anos, 2019-2021”, revela o descritivo da exposição.

      É um olhar “estrangeiro” de cenas do quotidiano, “numa terra estrangeira”, documentando “a beleza de partes negligenciadas e desertas de paisagens urbanas e as suas gentes”, refere ainda a organização do “This is Beishan Station”. As 704 fotografias a preto e branco foram impressas em 6.9cm x 8.9cm, o que equivale ao formato das imagens no telemóvel. “Foi a altura em que o mundo começou a procurar segurança e a fugir da natureza contagiosa da Covid-19. As nossas vidas mudaram para um modo de existência online — escolas, reuniões, concertos, exposições, conferências, festivais e encontros. Por isso, há que desligar os telemóveis e ligar a ‘#OFFLINE’, numa viagem bem característica da cidade.”

      A organização quer apostar em conteúdo de Macau, provendo o território na cidade vizinha de Zhuhai. Nesse sentido, este primeiro programa, inclui, por isso, um ciclo de cinema de Macau, seleccionado em parceria com a Associação Audio-Visual CUT (sessões a 9, 16, 22, 23, 29 e 30 de Janeiro e 5 de Fevereiro, sempre pelas 20h), bem como a apresentação de um grupo de artistas de Macau, como Sax Experience por Paulo Pereira (Portugal/Macau) e o DJ None of your Business (Portugal/Macau) ambos a 8 de Janeiro pelas 20h, MATT.ET (Macau), Neon (Cantão), Os Wei (Macau) e VJ Luitinho (Argentina) a 15 de Janeiro pelas 20h.

      O novo festival é uma organização não lucrativa, apoiada por indivíduos baseados em Zhuhai e pelo festival “This is My City”, bem como pela agência de Macau None of Your Business e as Indústrias Duro, de Hong Kong.

       

      Ponto Final