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      Autoridades admitem que vacinação poderá ser requisito para entrar em Macau

      As autoridades de saúde levantaram ontem a hipótese de tornar a vacinação um requisito obrigatório para uma eventual abertura de fronteiras. Na conferência de imprensa de ontem do Centro de Coordenação do Núcleo de Prevenção de Doenças Infecciosas e Vigilância de Doença, as autoridades também anunciaram que os hotéis Sheraton e Regency vão deixar de ser usados para observação médica.

      Na conferência de imprensa de ontem do Centro de Coordenação do Núcleo de Prevenção de Doenças Infecciosas e Vigilância de Doença, Leong Iek Hou admitiu a possibilidade de, aquando da abertura sem restrições das fronteiras, a vacinação ser um dos requisitos para quem quiser entrar em Macau.

      No que toca às restrições fronteiriças com Hong Kong, a coordenadora do centro afirmou na conferência de imprensa que serão implementados critérios de atribuição de quotas para a passagem das fronteiras para quem tem mais necessidade de ir à região vizinha. Leong Iek Hou deu os exemplos das visitas a familiares doentes. As autoridades referiram, no entanto, que a abertura total das fronteiras com Hong Kong só acontecerá após a abertura das fronteiras entre a região vizinha e o interior da China.

      Na conferência de imprensa de ontem, Liz Lam, dos Serviços de Turismo, adiantou que os hotéis Sheraton e Regency Art vão deixar de ser usados para quarentenas. O Sheraton deixa de ser hotel à escolha para quarentenas na próxima segunda-feira e o Regency na próxima quarta.

      Os responsáveis aproveitaram a conferência de imprensa de ontem para explicitar os critérios para a administração das doses de reforço da vacina da BioNTech para o grupo dos 18 aos 59 anos de idade. A terceira dose da vacina da BioNtech contra a Covid-19 está a ser administrada em Macau a pessoas com a idade igual ou superior a 60 anos e, para pessoas com as idades compreendidas entre os 18 e os 59 anos, que possuam imunidade relativamente baixa ou que tenham “elevado risco de exposição ou maior impacto após a infecção”. Em ambos os casos, no entanto, só é elegível quem já levou a segunda dose há mais de seis meses.

      Na conferência de imprensa de ontem as autoridades esclareceram o que entendem por “elevado risco de exposição” no grupo entre os 18 e os 59 anos: são trabalhadores de instituições médicas, de serviços sociais, dos serviços correccionais, dos serviços de alfândega, pessoas que cuidam de idosos em casa, pessoas têm muitos contactos com clientes, que vivem em dormitórios e com muitas pessoas numa só casa, trabalhadores da cadeia de frio, do sector das mercadorias e também pessoas que pretendem visitar locais de maior risco no exterior.

      No total, já foram administradas 938.595 doses de vacinas contra a Covid-19 a 487.672 pessoas. Destas, 41.117 têm apenas uma dose e 430.008 têm duas doses. Há ainda 16.547 pessoas com três doses.