Joana Chantre
A galeria de arte Humarish Club foi inaugurada no passado sábado, no hotel Lisboeta. O espaço, que foi inaugurado com a exposição “The Journey Begins: From H853 to Contemporary Art” pretende estabelecer uma plataforma mundial de arte em Macau.
A galeria internacional de arte sediada em Macau, Humarish Club, foi inaugurada no hotel Lisboeta no passado sábado e apresentou a sua primeira exposição: “The Journey Begins: From H853 to Contemporary Art”. A mostra colectiva está patente até 20 de Fevereiro do próximo ano e pode ser visitada entre as 12h e as 20h.
“Este clube é muito recente e este evento inaugurado no dia 25 teve um planeamento de um ano, com uma preparação muito detalhada”, começa por explicar Florence Xiao, responsável pelo Humarish Club, no comunicado de imprensa. “Já temos outros eventos alinhados para o ano que vem – outras exposições colectivas, que iremos anunciar em breve”, aponta.
Esta galeria de arte procura ser uma plataforma para os artistas chineses poderem expor as suas obras. O objectivo é catapultar Macau para o patamar internacional de centro artístico de renome. “The Journey Begins: From H853 to Contemporary Art” é uma exposição colectiva de artistas chineses contemporâneos e incluiu nomes como Zhou Chunya, Ding Yi, Xue Song, Zheng Zaidong e Li Qiang.
O Humarish Club diz estar empenhado não só em apresentar as obras dos mais influentes artistas da comunidade chinesa, ao público de Macau, mas também espera estabelecer um diálogo com a arte local do território “ajudando Macau a tornar-se um importante centro de comércio de obras de arte em todo o mundo”. Esta nova galeria foi fundado pela empresária Sabrina Ho, que lidera a empresa Chiu Yeng Culture, Connie Kong e Hua Yuzhou da galeria HWAS Art de Xangai.
Em comunicado, os responsáveis da Humarish Club dizem que “a cultura de uma cidade está profundamente ligada ao seu consumo de arte. Desde a sua criação como porto comercial há 400 anos, Macau criou uma cultura única que testemunha a colisão e integração de elementos chineses e ocidentais. Nas ruas de Macau há uma mistura de arquitectura do sul da Europa com encanto exótico e arquitectura elegantemente clássica chinesa, como a Catedral de São Paulo em estilo Baroco, o Cemitério Gótico Ocidental, o Templo Tradicional Chinês A-Ma, bem como o Templo Lin Fong que tem um antigo sino e leões de pedra, construídos durante o reinado do Imperador Qianlong”.
Os artistas Zhou Chunya, Ding Yi, Xue Song, Zheng Zaidong e Li Qiang são dos artistas chineses contemporâneos mais representativos e as suas peças encontram-se reunidas nesta exposição, para o público apreciar juntamente com as diferentes artes e culturas locais.
PONTO FINAL












