13.ª MITE regista recorde de participação com 755 empresas de 70 países e regiões

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A 13.ª Expo Internacional de Turismo de Macau (MITE), realizada de 25 a 27 de Abril, trouxe um recorde de participação com 755 empresas de 70 países e regiões. Durante a cerimónia de abertura, foi inaugurado o Pavilhão “Cidade de Cultura da Ásia Oriental – Macau, China”, promovendo a cultura local e intercâmbios turísticos. O evento destaca-se como uma importante plataforma para negócios e parcerias no sector, atraindo empresas de peso, locais e internacionais.

 

A 13.ª Expo Internacional de Turismo de Macau terminou ontem, após a cerimónia de abertura ter sido realizada no dia 25 de Abril, marcando um novo recorde tanto em número de expositores como em oportunidades de negócio para o sector. Organizada pela Direcção dos Serviços de Turismo (DST), a Expo, que decorreu nos Pavilhões A, B e C da Cotai Expo, no Venetian, atraiu a participação de 755 empresas relacionadas ao turismo, além de entidades oficiais de 70 países e regiões, consolidando a sua posição como uma plataforma internacional de destaque.

Com o lema “Explore a MITE, Experimente o Mundo”, a edição deste ano apresentou um total de 1.502 stands, os quais incluem 316 na zona de exposição do interior da China, 411 na zona de Macau e 343 na zona de expositores internacionais. Este aumento significativo, de 50% em relação ao ano anterior, apresenta uma crescente relevância da Expo no cenário turístico global.

A cerimónia de abertura contou com a presença do Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, que destacou a importância do evento para o desenvolvimento do turismo na região em discurso, além de promover o intercâmbio cultural entre as nações. Entre os oradores, Maria Helena de Senna Fernandes, directora da DST, enfatizou a Expo como uma ponte vital que liga os operadores turísticos de Macau com os mercados internacionais.

Um dos principais destaques da abertura foi a inauguração do Pavilhão “Cidade de Cultura da Ásia Oriental – Macau, China”, que representa uma significativa iniciativa no âmbito do programa de desenvolvimento cultural de Macau. Este pavilhão projecta a cidade como um polo de criação cultural e de criatividade até 2025. Com uma área de 162 metros quadrados, o espaço é apresentado sob o tema “Encontro Oriente–Ocidente, Ásia em Harmonia”, simbolizando a intersecção cultural que acontece em Macau, segundo a DST.

Através de uma curadoria detalhada, o pavilhão representou a história e as tradições locais, servindo de plataforma para artistas emergentes e criadores de conteúdo que desejavam partilhar as suas visões contemporâneas, destacando a pluralidade cultural da região. O espaço foi dividido em várias secções que abordaram aspectos distintos da cultura asiática oriental, numa combinação entre as artes visuais, música, gastronomia e literatura, permitindo aos visitantes uma imersão profunda na diversidade cultural da região. Além disso, o pavilhão recebeu demonstrações ao vivo, workshops e apresentações. O Pavilhão “Cidade de Cultura da Ásia Oriental” pretendeu posicionar a cidade de Macau como uma proeminente promotora de intercâmbios culturais num cenário global, contribuindo para a construção de uma comunidade internacional mais “coesa e inclusiva”.

A Expo deste ano também introduziu inovações significativas na sua programação, com uma oferta ampla de actividades que incluíram mais de 70 fóruns e eventos temáticos. Os eventos tiveram como objectivo enriquecer o conhecimento dos participantes sobre os recursos turísticos locais e fomentar o intercâmbio de ideias entre operadores turísticos de diferentes continentes. As exposições abordaram diversas áreas, como a “Estação do Café”, um espaço destinado à promoção de cafés de qualidade, e o “Pavilhão de Produtos da Cultura Halal”, que procura expandir a penetração no mercado halal da região.

Durante os três dias do evento, a Expo foi também palco de sorteios e promoções especiais, que incentivaram a participação activa do público.