As instalações da Hovione, na Taipa, foram ontem palco de um simulacro de incêndio e evacuação. O exercício, realizado pelo Corpo de Bombeiros, simulou uma fuga num gasoduto de solvente debaixo do tanque de armazenamento contendo solvente de etanol, que ocorreu um incêndio provocado pela electricidade estática. Depois de um trabalhador ter descoberto o caso, activou o alarme de incêndio, a equipa de emergência e contingência da fábrica farmacêutica ligou aos bombeiros para pedir auxílio, adoptando as medidas de resposta interna e dando instruções ao funcionário da fábrica farmacêutica para evacuar para o local de encontro seguro. No simulacro, um empregado ficou ferido durante a evacuação.
Depois do alarme, o Corpo de Bombeiros enviou imediatamente nove veículos de emergência e 39 bombeiros para acorrerem ao local, com vista a combater o fogo, desenvolver as acções de evacuação, busca e salvamento conforme o plano de socorro estabelecido, realizar a enfermagem imediata junto dos feridos e simular o transporte para o hospital para o tratamento.
Os bombeiros e a Hovione destacaram, no total, cerca de 160 indivíduos para participar no simulacro, que durou quase uma hora, cujo processo “correu bem e cujos objectivos e resultados esperados foram alcançados”, dizem as autoridades, acrescentando que, após o exercício, ambas as partes elaboraram uma reunião de revisão, “de modo a optimizar a capacidade de coordenação no tratamento do caso de emergência no futuro e aperfeiçoar o plano de emergência e contingência da fábrica farmacêutica”.











