Na última reunião do Conselho Consultivo dos Serviços Comunitários, o membro António Monteiro reivindicou um melhor serviço de táxis, tanto para residentes como para turistas.
“Macau é uma cidade de turismo, em 2023 é incompreensível como um transporte mais procurado em todo o mundo é difícil, quase impossível, obter o seu serviço com eficiência, o que prejudica gravemente a imagem turística de Macau”, afirmou o também presidente da Associação dos Jovens Macaenses.
Dado o ineficiente serviço de táxis, o membro do conselho sugere a criação de um “serviço de aplicativo eficiente para os passageiros ‘ride-hailing service'”, e “se não existem meios para a entrada ou de licenciamento de serviços privados que queiram efectuar este serviço, o Governo deve considerar meios, criar enquadramentos legais ou desenvolver vontades solicitadas pelos residentes e turistas há bastante tempo”.
António Monteiro deixou algumas propostas, como: “O serviço dos táxis deve possuir um aplicativo único eficiente onde se possa reservar em tempo real um táxi (com a identificação a tempo real onde se encontra o táxi, e quando chega ao destino do passageiro)”. O serviço desta aplicação deve estar em chinês, inglês e português, defende o membro do conselho.
Monteiro também sugeriu a criação de táxis especializados para os turistas, de cor diferente, “como é feito por alguns países”, apontou, acrescentando que “é inconcebível” que os taxistas não dominem outras línguas além do cantonense e do mandarim quando as autoridades tentam estimular a vinda de turistas internacionais.
Por outro lado, António Monteiro apontou que, muitas vezes, os taxistas não param bem nos locais e existem queixas frequentes de falta de paragens destinadas aos taxistas. Finalmente, o membro indicou ainda que, nos dias de tufões, continuam a existir taxistas que violam a lei e pedem tarifas superiores ao normal.











