Conselheira das Comunidades Portuguesas visita Escola Portuguesa de Macau

0
79

A Presidente do Conselho Regional da Ásia e Oceânia do Conselho das Comunidades Portuguesas, Rita Santos, acompanhada pelo seu assessor, Rui Marcelo, foram recebidos pelo director da Escola Portuguesa de Macau (EPM), Manuel Peres Machado, no passado dia 16 de Junho, para uma reunião de esclarecimento e actualização das actividades da escola, bem como das suas futuras aspirações e objectivos, anunciou ontem o gabinete do Conselho das Comunidades Portuguesas no Círculo China, Macau e Hong Kong, em comunicado de imprensa.

Rita Santos tem vindo a realizar um processo de auscultação de opiniões a instituições de matriz portuguesa, que possam ser transmitidas no decorrer das reuniões de trabalho que a Conselheira das Comunidades Portuguesas irá manter no dia 23 de Junho, através de videoconferência, com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, bem como entre 4 a 19 de Julho, na visita a Lisboa, à reunião anual do Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), a ter lugar na Assembleia da República, onde irá manter contactos com várias autoridades governamentais.

Durante a reunião com Manuel Machado, o director da EPM teve a oportunidade de fazer uma breve apresentação das actividades da instituição de ensino, onde foram destacados os vários vectores da sua intervenção, complementados por um histórico ilustrativo.

Rita Santos constatou, uma vez mais, que “é evidente que foram aumentando as dificuldades com as limitações de espaço, um problema que se vem acentuando ao longo dos anos, representando um enorme desafio para a garantia de condições condignas às actividades escolares dos alunos, bem como à qualidade do ensino, embora a direcção da escola tenha envidado todos os esforços para que estas condições não fossem minimamente afectadas”.

O director da EPM aproveitou ainda para saudar a recente alteração das regras de observação médica em hotel designado, bem como da permissão de entrada a portugueses não residentes em Macau, que veio possibilitar a contratação de docentes para substituição de quadros que se ausentaram devido a compromissos pessoais.