No mês de Janeiro, a taxa de inflação em Macau subiu 0,54% em termos anuais e 0,02% em termos mensais. O índice de preços no consumidor (IPC) geral médio ascendeu 0,33% de Fevereiro de 2025 até Janeiro de 2026, em comparação com o período anterior de Fevereiro de 2024 a Janeiro de 2025. De acordo com a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), que divulgou ontem os dados, os acréscimos mais significativos em termos anuais ocorreram no índice de preços da secção dos produtos e serviços diversos, como cuidados pessoais e artigos de joelharia (+2,32%), e no índice de preços da secção das bebidas alcoólicas e tabaco (+2,21%). Seguem-se os índices de preços da secção de produtos alimentares e bebidas não alcoólicas (+0,85%) e da secção de habitação e combustíveis (+0,38%). Em contrapartida, o índice de preços da secção de lazer, recreação, desporto e cultura teve um decréscimo homólogo de 2,06%, enquanto o dos transportes desceu 0,93%. O IPC-A e o IPC-B subiram 0,58% e 0,51%, respectivamente, em relação a Janeiro de 2025.
O IPC Geral aumentou 0,02% no mês passado, comparativamente a Dezembro de 2025. O índice de preços da secção dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas cresceu 0,13% em termos mensais, o que a DSEC justifica com a “ascensão dos preços das refeições adquiridas fora de casa, de ‘take-away’, da fruta, do peixe fresco e dos produtos frescos do mar”, embora “a queda dos produtos hortícolas” tenham compensado “parte do crescimento do índice de preços”. Também o índice de preços da secção das bebidas alcoólicas e tabaco (+0,78%), o dos produtos e serviços diversos (+0,50%. e do índice de preços da secção da habitação e combustíveis (+0,24%) tiveram acréscimos mensais. O contrário aconteceu com o índice de preços da secção de lazer, recreação, desporto e cultura (-1,24%) e o dos transportes (-1,11%). O IPC-A aumentou 0,08% em termos mensais, mas o IPC-B desceu 0,02%. O IPC geral permite conhecer a influência da variação de preços na generalidade dos agregados familiares de Macau. O IPC-A corresponde a cerca de 50% dos agregados familiares, que têm uma despesa média mensal compreendida entre 11.000 e 35.999 patacas, e o IPC-B corresponde a cerca de 30% dos agregados familiares, que têm uma despesa média mensal compreendida entre 36.000 e 71.999 patacas.











