O IN SITU Placemaking Biennale 2025 foi inaugurado na passada quinta-feira, dia 11, dando início a um programa de quatro dias que levou artistas, voluntários e visitantes a vários pontos da cidade.
Depois do corte da fita e da cerimónia de abertura, a organização proporcionou uma visita guiada às seis instalações temporárias e possibilitou ao público a oportunidade de conversar directamente com os curadores e artistas envolvidos na iniciativa. Os artistas mantiveram, aliás, uma presença constante e activa ao longo do evento, contribuindo para a interacção e a organização de actividades nas suas respectivas instalações.
Terminado este primeiro dia inaugural, as instalações IN SITU permaneceram patentes e abertas à participação de toda a comunidade até domingo, dia 14. De acordo com um comunicado do CURB – Centro para a Arquitectura e Urbanismo, alguns dos momentos mais marcantes do projecto envolveram “as intervenções da dupla de ‘street art’ local AAFK, o workshop de flora urbana pelo Botanique Cabinet, a performance de clarinete de Patrício Manhão e o diálogo cultural com o Indonesian Migrant Workers Unio e uma equipa de estudantes da Escola Secundária Pooi To”.
“Ao longo destes dias, o IN SITU atraiu residentes locais curiosos, transeuntes e visitantes vindos da China continental e de outros países, transformando espaços urbanos do quotidiano em lugares de encontro, diálogo e experiência partilhada”, lê-se no comunicado do CURB, que acrescenta ter recebido “feedback positivo” por parte dos artistas e do público.
Após esta primeira edição, a instituição “reafirma o seu compromisso em continuar a contribuir para os espaços públicos de Macau e para a qualidade de vida das suas comunidades, promovendo ambientes que incentivem a criatividade, a participação, a inclusão e um sentido partilhado de pertença”.
Durante o período de realização da iniciativa, foram instaladas seis exibições na intersecção entre a Travessa do Aterro Novo e a Rua dos Mercadores, na Rua de São Lourenço, no Largo do Lilau, na Praça de Ponte e Horta, no Largo do Aquino e no Pátio da Claridade. Para além dos artistas, de origem local e internacional, o projecto contou ainda com o apoio de mais de 30 voluntários oriundos de Macau, do interior da China e de Hong Kong.












