Rita Santos esteve a ser investigada em Portugal depois de ter sido alvo de uma queixa apresentada por militantes do Partido Socialista sobre alegadas irregularidades eleitorais praticadas nas eleições legislativas portuguesas de 2024. Num comunicado enviado na sexta-feira às redacções, Rita Santos indicou que o Ministério Público português arquivou a o processo criminal movido contra si. O PONTO FINAL tentou confirmar a informação junto do Ministério Público português, mas não obteve resposta até à hora de fecho da edição.
A ex-conselheira das comunidades portuguesas afirma: “Durante todo o processo colaborei sempre de forma activa com as autoridades portuguesas na descoberta da verdade material e, com isso, na protecção do meu bom nome, honradez e carácter impoluto, suportado na confiança que a comunidade macaense deposita em mim, a qual jamais defraudarei”.
Segundo Rita Santos, o caso estava “assente apenas em especulação, difamação e ataque de carácter”. Um “caso típico de instrumentalização da justiça com objectivos político-partidários, mas que não colheram”. “Como não poderia deixar de ser, tendo o Ministério Público feito uma investigação minuciosa, constatado que nenhuma ilegalidade fora praticada e concluído pela ausência de indícios criminais, o arquivamento é o corolário lógico e seria sempre a única e justa solução para este ‘não processo'”, salienta Rita Santos neste comunicado de imprensa.
Rita Santos termina afirmando: “Valores como o respeito pela lei e pela liberdade individual de cada cidadão não são para mim negociáveis e deles nunca abdicarei, pelo que jamais deixarei, como sempre o fiz, de ser uma voz activa na defesa dos princípios democráticos e humanistas, e de ter uma participação cívica ativa na defesa dos interesses da comunidade portuguesa em Macau”.











