Desenvolvimento da economia de baixa altitude pode ser “novo ponto de crescimento económico”

0
87
FOTOGRAFIA ELOI CARVALHO

Na reunião plenária de ontem da Assembleia Legislativa (AL), o deputado Chui Sai Peng instou o Governo a ponderar desenvolver a chamada “economia de baixa altitude” como forma de diversificação económica da região. Na sua primeira vez no hemiciclo enquanto secretário para a Economia e Finanças, Tai Kin Ip afirmou que esta área “pode injectar uma nova dinâmica no desenvolvimento da diversificação adequada da economia, formando um novo ponto de crescimento económico”.

A economia de baixa altitude constitui uma actividade económica que se baseia no espaço aéreo de baixa altitude e é assente na indústria da aviação geral, envolvendo os sectores dos transportes de baixa altitude, do turismo de baixa altitude, da investigação e educação em ciência, entretenimento e performance, entre outros, cujas aeronaves incluem drones e helicópteros, etc.

Tai Kin Ip lembrou que, em 2021 e 2022, foi organizada uma Gala de Drones Brilha Sobre Macau” e, por outro lado, desde o lançamento do Programa de Certificação de Empresas Tecnológicas, pela Direcção dos Serviços de Economia e Desenvolvimento Tecnológico, em 2023, até ao presente, cinco empresas tecnológicas de referência e 28 empresas tecnológicas potenciais obtiveram a qualificação de certificação, incluindo as que exploram principalmente a investigação e desenvolvimento do sistema de drones.

Na resposta à interpelação oral de Chui Sai Peng, o secretário garantiu que “o Governo da RAEM continuará a optimizar e lançar medidas de apoio que respondam às necessidades das empresas e que são vocacionadas para a criação de um melhor ambiente de desenvolvimento para as empresas de ciência e tecnologia de Macau, incluindo as envolvidas na economia de baixa altitude”. Tai Kin Ip também ressalvou que esta área “pressupõe a existência de leis e regulamentos adequados que regulem o transporte aéreo de aeronaves, incluindo os drones”.