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      China e Cazaquistão em sintonia na véspera de reunião de bloco de segurança regional

      O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Cazaquistão, Murat Nurtleu, e o seu homólogo chinês, Wang Yi, manifestaram ontem o seu entendimento antes da reunião dos chefes da diplomacia dos países da Organização de Cooperação de Xangai, que arranca hoje em Astana.

       

      Murat Nurtleu, ministro dos Negócios Estrangeiros do Cazaquistão, e o seu homólogo chinês, Wang Yi, manifestaram ontem o seu entendimento antes da reunião dos chefes da diplomacia dos países da Organização de Cooperação de Xangai, que arranca esta terça-feira em Astana. “Apesar das dificuldades e desafios da atual situação internacional, os nossos países partilham posições semelhantes em muitas questões da agenda internacional e regional”, afirmou o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Cazaquistão, Murat Nurtleu, após uma reunião com Wang Yi.

      Nurtleu acrescentou que Astana e Pequim se apoiam mutuamente e interagem no âmbito da ONU, da Organização de Cooperação de Xangai, da Conferência sobre Interação e Medidas de Confiança na Ásia, bem como em outras plataformas internacionais.

      “A China é o nosso maior parceiro comercial e económico. No final do ano passado, o volume do comércio bilateral aumentou 30%, atingindo um nível recorde de 41 mil milhões de dólares (quase 38 mil milhões de euros)”, recordou o ministro cazaque. O responsável sublinhou que Pequim está também entre os cinco maiores investidores na economia do Cazaquistão.

      Wang salientou que o comércio entre as duas partes está a crescer mais rapidamente do que o previsto e que os dois países estabeleceram objetivos “mais ambiciosos”. “Entre os 45 projetos de cooperação na esfera industrial, 25 já foram concluídos”, disse, apontando iniciativas nos domínios da metalurgia, energia ou engenharia mecânica.

      O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros afirmou que a “confiança política” entre Pequim e Astana está a reforçar-se e que os dois países se ajudam mutuamente quando um deles “enfrenta dificuldades”.

      Sublinhou ainda que Astana apoia a posição da China sobre Taiwan, “uma parte inalienável da China”, no mesmo dia em que o novo líder da ilha tomou posse.

      O Cazaquistão ocupa uma posição-chave na iniciativa chinesa “Faixa e Rota”, que visa abrir novas vias comerciais através da construção de portos, autoestradas, linhas ferroviárias e outras infraestruturas, visando ligar o leste da Ásia à Europa, Médio Oriente e África.

      A Organização de Cooperação de Xangai foi criada em 2001 e reúne China, Rússia, Cazaquistão, Quirguistão, Uzbequistão, Tajiquistão, Índia, Paquistão e Irão. A Bielorrússia, com estatuto de observador, deve juntar-se, em breve.

      A Rússia e a China fundaram o bloco em 2001, como contrapeso às alianças dos Estados Unidos no sudeste da Ásia e Índico. Não se tratando de uma aliança formal, o grupo coopera em assuntos de segurança regional. Lusa

       

       

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      Redacção do Ponto Final Macau