No terceiro trimestre deste ano, o salário diário médio dos trabalhadores da construção foi de 782 patacas, menos 0,5%, em termos trimestrais, indicou a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), destacando que o salário diário médio dos trabalhadores residentes (988 patacas) e o dos trabalhadores não residentes (694 patacas) decresceram 0,7% e 0,3%, respectivamente.
Analisando por principais profissões, o salário diário médio do armador de ferro (853 patacas), o do assentador de tijolo e estucador (685 patacas) e o do operário de máquina electromecânica (764 patacas) desceram 3,1%, 2,3% e 1,9%, respectivamente, face ao segundo trimestre de 2023. Todavia, o salário diário médio do instalador de alumínio/vidro (859 patacas), o do operador de máquina (875 patacas) e o do montador de equipamento de combate a incêndio (868 patacas) aumentaram 2,4%, 1,9% e 0,9%, respectivamente.
Eliminado o efeito da inflação, o índice do salário real dos trabalhadores da construção (95,2) no trimestre em análise baixou 0,7%, em termos trimestrais, salientando-se que o dos trabalhadores da construção residentes (98) desceu 0,6%.
Quanto aos materiais de construção, no terceiro trimestre do corrente ano o preço médio do varão de aço com estrias de secção redonda (5.687 patacas por tonelada) caiu 5,2%, em termos trimestrais, contudo, o do betão pronto (1.100 patacas por metro cúbico) subiu ligeiramente 0,4%. No trimestre de referência o índice de preços dos materiais de construção dos edifícios de habitação foi de 124,6, menos 0,7%, em termos trimestrais. Refira-se que o índice de preços do aço, o da pedra britada e o da areia diminuíram 4,9%, 4,1% e 1,9%, respectivamente.











