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      InícioSociedadeIluminação pública inteligente depende da estratégia do Governo para Macau

      Iluminação pública inteligente depende da estratégia do Governo para Macau

      A Direcção dos Serviços de Protecção Ambiental (DSPA) admitiu, recentemente, que a instalação de postes de iluminação pública inteligentes poderá ser uma realidade no futuro, mas isso dependerá da estratégia geral de desenvolvimento da “cidade inteligente”, afirmou Raymond Tam, director do organismo.

      O responsável recordou que houve em Macau um projecto relativo à instalação de postes de iluminação pública inteligentes, a título experimental, que terminou em 2020. O director da DSPA, no entanto, assegurou que essa experiência permitiu “aos serviços utilizadores tomar conhecimento, in loco, de diferentes cenários de aplicação, sendo os resultados considerados correspondentes com o previsto”. “Os comentários dos serviços utilizadores servirão como referência aquando da elaboração das soluções técnicas necessárias, no futuro”, disse ainda.

      Mas a implementação da tecnologia no território não depende apenas da DSPA, uma vez que, a ser uma realidade, “esta será determinada em consonância com a estratégia geral de desenvolvimento da ‘cidade inteligente’”. “Ainda assim, aquando da concepção das bases dos postes de iluminação pública na Zona A, o Governo da RAEM já terá em consideração a capacidade de carga necessária para a aplicação de iluminação pública inteligente”, lembrou Raymond Tam.

      No entanto, lembrou o responsável da DSPA, a Companhia de Electricidade de Macau (CEM) e a Universidade de Macau “já concluíram o estudo sobre o modelo de aplicação de iluminação pública inteligente em Macau, no qual foram tomadas como referência as experiências das regiões vizinhas e dos outros projectos-pilotos, de forma a analisar o modelo de desenvolvimento, as tecnologias disponíveis e o tratamento e partilha de dados da iluminação pública inteligente em Macau”.

      Recorde-se que, de acordo com o relatório das LAG para 2022, a construção da cidade inteligente é um dos importantes objectivos do actual Governo, e o recurso às tecnologias informáticas pode contribuir para aumentar a eficiência e a capacidade da governação, facilitando a vida aos residentes, para além do seu contributo para a promoção do desenvolvimento diversificado da economia. A cidade inteligente afigura-se, portanto, como uma principal tendência a seguir no âmbito do desenvolvimento e planeamento urbanístico do século XXI.

       

      Ponto Final
      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau