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      InícioGrande ChinaNova delegação de congressistas dos Estados Unidos visita Taiwan

      Nova delegação de congressistas dos Estados Unidos visita Taiwan

      Uma nova delegação de congressistas dos Estados Unidos desembarcou ontem em Taiwan, 12 dias após a controversa visita da presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, que foi encarada pela China como uma afronta. De acordo com um comunicado do Instituto Americano de Taiwan, divulgado pela agência Europa Press, a delegação irá reunir-se durante a visita de dois dias com representantes do governo da ilha onde em 1949 se refugiou o governo nacionalista do Kuomintang derrotado pelas forças comunistas de Mao Zedong na guerra civil chinesa. O grupo bipartidário, liderado pelo senador democrata de Massachusetts Ed Markey, discutirá “relações bilaterais, segurança regional, comércio, investimento, mudança climática e outras questões de interesse mútuo”, acrescenta o comunicado. O senador está acompanhado dos deputados Alan Lowenthal, John Garamendi, Don Beyer e Aumua Amata Coleman Radewagen. Este encontro acontece depois de a visita de Nancy Pelosi ao território, no início do mês, ter provocado indignação política em Pequim, que reclama Taiwan, que tem independência de facto, mas não formal, como parte integrante da República Popular da China, que ameaça regularmente com a possibilidade de intervenção armada para prevenir tentativas de declaração de independência por Taiwan.

      Aviões das forças aéreas da Tailândia e da China, incluindo caças e bombardeiros, participaram ontem em exercícios militares conjuntos no nordeste da Tailândia, num contexto de tensão na região devido a Taiwan. Os exercícios, chamados Falcon Strike 2022, vão decorrer até finais de Agosto com o objectivo de “aumentar a amizade e entendimento mútuos” das forças aéreas e reforçar a cooperação entre os dois países, referiu em comunicado o Ministério da Defesa chinês. As autoridades chinesas especificaram que os exercícios, que deixaram de ser realizados nos últimos anos devido à pandemia, consistirão em treino para “abastecimento aéreo, ataques a alvos terrestres e envio de tropas em pequena e grande escala”. A Tailândia, que como outros países da região tenta manter um equilíbrio diplomático entre Pequim e Washington, aprovou a compra de submarinos e veículos de combate chineses, mas as operações estão suspensas devido à pandemia e outros obstáculos.

       

      Ponto Final
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      Redacção do Ponto Final Macau