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      Início Grande China China rejeita acusações da Austrália sobre ataque com laser a aviões militares

      China rejeita acusações da Austrália sobre ataque com laser a aviões militares

      A China acusou ontem a Austrália de “espalhar informações falsas”, após as autoridades de Camberra terem afirmado que um navio chinês apontou um laser contra um avião militar australiano num “acto de intimidação”.

      As acusações australianas são “infundadas”, reagiu Wang Wenbin, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, segundo o qual os movimentos dos navios verificados naquelas águas internacionais foram “perfeitamente legítimos e legais”. “Pedimos à Austrália que respeite os direitos legítimos dos navios chineses nas águas relevantes, de acordo com a lei internacional, e parem de divulgar informações falsas sobre a China”, afirmou o porta-voz.

      As relações bilaterais entre Pequim e Camberra atravessam um período de tensão, marcado por disputas comerciais e diplomáticas, face à aliança entre a Austrália e os Estados Unidos para conter a influência chinesa na região da Ásia-Pacífico.

      Segundo o Departamento de Defesa da Austrália, dois navios da marinha chinesa estavam a navegar na costa norte da Austrália, na quinta-feira, quando um deles atingiu um avião de vigilância australiano com um laser, no que podia ter resultado num acidente “fatal”. “Não posso ver isto como outra coisa que não seja um ato de intimidação”, reagiu o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, classificando a ação de “injustificada e não provocada”.

      Camberra já tinha acusado os militares chineses, em 2019, de atingirem aviões militares australianos com lasers. Segundo o Ministério da Defesa australiano, os navios dirigiam-se para leste no Mar de Arafura, que fica a norte da cidade costeira australiana de Darwin e faz também fronteira com a Indonésia e a Papua Nova Guiné.

      A China reivindica quase todo o Mar do Sul da China, através do qual milhares de milhões de dólares de mercadorias passam todos os anos. A área, rica em recursos naturais, é também reivindicada pelo Brunei, Malásia, Filipinas, Taiwan e Vietname.

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau