O Jockey Club de Macau (MJC, na sigla inglesa) registou prejuízos acumulados de 1,9 mil milhões de patacas até 2021, de acordo com informação publicada no Boletim Oficial da RAEM.
O valor é calculado como o total das perdas desde a constituição da empresa, com detalhes de lucros e perdas anuais não incluídos no balanço patrimonial publicado. Em vez disso, a MJC referiu que registou um ligeiro declínio nas receitas de corridas de cavalos no ano passado, para 47 milhões de patacas, com outros 10 milhões de patacas no primeiro trimestre de 2022.
A empresa também revelou progressos significativos nos trabalhos de modernização das suas instalações, conforme a extensão da concessão de 24 anos que assinou com o Governo da RAEM em Fevereiro de 2018, incluindo a renovação da piscina para cavalos, os seus estábulos e a conclusão da modernização do primeiro ao quinto andares do edifício principal da infra-estrutura. Melhorias na pista e no sistema de computadorização do MJC também estão em andamento.
Em 2018, o MJC comprometeu-se a investir 1,5 mil milhões de patacas para modernizar as instalações, incluindo hotéis e restaurantes, em troca da extensão de 24 anos até 31 de Agosto de 2042 – um salto enorme em relação à extensão de seis meses que havia sido anteriormente concedida em Agosto de 2017 e a prorrogação de dois anos concedida em Setembro de 2015.
Esperava-se que a longa concessão ajudasse o MJC a melhorar a sua terrível situação financeira, com a Macau Horse Racing Co – entidade que detém a concessão – a registarprejuízos todos os anos desde 2005, atingindo perdas acumuladas de 4,1 mil milhões de patacas até 2016.











