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      Autoridades não sabem quando foi detectado o último caso de Covid-19 após o 10.º dia de quarentena

      Apesar de os responsáveis do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus garantirem que estão “sempre a estudar os dados” sobre a pandemia no território, Leong Iek Hou não soube dizer quando é que foi detectado o último caso de Covid-19 após o 10.º dia de quarentena. Ontem, em conferência de imprensa, a chefe da Divisão de Prevenção e Controlo de Doenças Transmissíveis adiantou mesmo que 75% dos casos diagnosticado em Macau são detectados nos primeiros três dias de quarentena.

       

      Leong Iek Hou, chefe da Divisão de Prevenção e Controlo de Doenças Transmissíveis, disse ontem que não sabe quando é que foi detectado o último caso de Covid-19 no território ao 10.º dia de quarentena. A responsável garantiu, de seguida, que as autoridades estão “sempre a estudar os dados” relativos à pandemia em Macau.

      Na conferência de imprensa de ontem do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus, Leong Iek Hou também revelou que a larga maioria dos casos diagnosticados em Macau foi detectada nos primeiros três dias de quarentena. A responsável indicou que 75% dos casos são descobertos nos três primeiros dias. Entre o quarto e sétimo dia, foram detectados 16,8% dos casos. Já entre os dias oito e dez da quarentena, foram detectados 6,4% dos casos. Entre os dias 11 e 14 foram detectados 1,7% dos casos.

      Tendo em conta estes dados estatísticos, Leong Iek Hou afirmou que as autoridades estão a avaliar se podem vir a diminuir o período de quarentena para quem entra em Macau. Em Hong Kong, recorde-se, a quarentena para quem entra é de apenas sete dias. A responsável indicou que as autoridades de Macau estão a “observar os resultados nas regiões vizinhas”.

      No final de Abril, o Governo anunciou que está a ser preparado um plano experimental para a entrada de estrangeiros e Portugal seria um dos países incluídos. Questionada sobre o andamento deste projecto, Leong Iek Hou não adiantou pormenores, disse apenas que as autoridades estão a avaliar a situação epidémica em todo o mundo, bem como a situação de oferta de quartos de hotel para quarentena e os detalhes do plano serão revelados “em breve”.

      O Governo também anunciou, em meados do mês passado, um plano para a entrada de trabalhadores não residentes domésticos de nacionalidade filipina e docentes estrangeiros. Questionados sobre se os docentes podem entrar acompanhados da família, as autoridades indicaram que os pedidos são analisados caso a caso, sendo que será dada prioridade ao pessoal docente “que Macau carece”. Até agora, revelaram as autoridades, foram feitos nove pedidos do género, sendo que estes pedidos estão agora a ser apreciados.

      Sobre as preocupações relacionadas com as vagas nos hotéis para quarentena, as autoridades disseram apenas que vão analisar a situação mês a mês. Além disso, Liz Lam, dos Serviços de Turismo, assumiu que as autoridades não têm o número concreto de residentes que pretendem voltar a Macau no Verão. No entanto, pediu “paciência” aos residentes e garantiu que “não precisam de ficar preocupados”.

       

      Pequeno alívio nas restrições para quem chega de Hong Kong

       

      As autoridades anunciaram ontem um pequeno alívio das restrições fronteiriças para quem chega a Macau vindo de Hong Kong. O período de quarentena mantém-se nos 14 dias, bem como o período de auto-gestão de saúde de sete dias. No entanto, quem chega da região vizinha ficará com código verde durante o período de auto-gestão de saúde, mas terá de fazer testes de ácido nucleico ao segundo, quarto e sexto dias. Até aqui, no período de auto-gestão de saúde, quem vinha de Hong Kong tinha o código amarelo. A medida entra em vigor na próxima segunda-feira.

       

      Mais estabelecimentos terão código de local

       

      Foi também ontem anunciado que mais estabelecimentos terão de afixar os seus códigos de local, para que possa ser feito o ‘scan’ à entrada com a aplicação do Código de Saúde. Na conferência de imprensa, Leong Iek Hou disse que serão colocados códigos de local em espaços como empresas de telecomunicações, associações, fundações, entidades de serviços jurídicos, supermercados, locais de comida ‘take away’, empresas de água e electricidade, entre outros. A colocação dos códigos de local acontece até ao dia 31 de Maio. Já mais de 30 mil estabelecimentos têm código de local, adiantou a responsável. Durante a conferência de imprensa de ontem, Leong Iek Hou apelou a que o ‘scan’ do código de local seja feito sempre que possível e não apenas durante surtos epidémicos.

       

       

      PONTO FINAL