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      Governo estima que 700 alunos de medicina entrem este ano no mercado de trabalho

      O Executivo prevê que este ano cerca de 700 estudantes de medicina terminem o curso, entrando assim no mercado de trabalho. A informação foi adiantada na sexta-feira por Elsie Ao Ieong, secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, que acrescentou que o Conselho dos Profissionais de Saúde vai organizar exames de acreditação para 15 categorias profissionais na segunda metade deste ano.

      Elsie Ao Ieong espera que cerca de 700 estudantes de medicina possam concluir o curso, entrando depois no mercado de trabalho. A informação surgiu na reunião plenária da passada sexta-feira, na Assembleia Legislativa, em resposta a uma interpelação oral do deputado Leong Sun Iok, que pedia atenção ao planeamento da formação relacionada com a Academia de Medicina de Macau.

      A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura afirmou: “De acordo com a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ), prevê-se que, em 2022, há cerca de 700 recém-graduados de Macau que frequentam cursos de medicina em Macau e no exterior, deste modo, o CPS [Conselho dos Profissionais de Saúde] irá organizar exames para a acreditação de 15 categorias profissionais no período previsto do segundo semestre deste ano, em consonância com as datas de graduação da maioria dos recém-graduados e providenciar estágios para pessoas qualificadas o mais rápido possível”.

      Elsie Ao Ieong também lembrou que o Complexo de Cuidados de Saúde das Ilhas será gerido e operado pelo Peking Union Medical College Hospital, por recomendação da Comissão Nacional de Saúde. A secretária referiu que o Governo está actualmente a desenvolver os trabalhos preparatórios para a entrada em funcionamento do complexo, tendo discutido com o Peking Union Medical College Hospital o programa de desenvolvimento de formação para os profissionais de saúde.

      A secretária indicou também que o Governo está a elaborar um “plano de serviços clínicos públicos”, no sentido de “estabelecer o futuro posicionamento e papel das instituições de saúde públicas e privadas de saúde, e definir uma estratégia e rumo de desenvolvimento do sistema médico de Macau, em prol do desenvolvimento divergente, complementaridade mútua e distribuição racional de recursos médicos entre as instituições acima referidas”.

      O Governo também quer integrar progressivamente no regime de registo os profissionais de saúde que não estão incluídos no regime de qualificação e inscrição para o exercício da actividade. “Actualmente, as especialidades mais qualificadas para serem integradas no regime de registo são os audiologistas, musicoterapeutas, podologistas e ‘athletic trainer’, cujo modelo de registo está a ser estudado pelos Serviços de Saúde de forma empenhada”, adiantou. Por outro lado, não há planos parar integrar no regime jurídico e de registo na área da medicina profissionais como conselheiros psicológicos, hipnoterapeutas e prolactinistas, admitiu a secretária.

       

      A.V.