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      Início Sociedade DSEDJ já deu instruções anti-epidémicas às escolas sobre novo ano lectivo

      DSEDJ já deu instruções anti-epidémicas às escolas sobre novo ano lectivo

      Na conferência de imprensa de ontem das autoridades de saúde, o representante da Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) indicou que já foram dadas as instruções às escolas sobre a prevenção da pandemia no novo ano lectivo. No entanto, continua sem haver detalhes concretos sobre o recomeço das aulas.

      Na quarta-feira, as autoridades colocaram em cima da mesa a possibilidade de adiar o início do ano lectivo, bem como fazer testes a todos os alunos e professores. Ontem, o representante da Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) disse que as escolas já tinham sido notificadas com as orientações anti-epidémicas para o próximo ano lectivo.

      Wong Ka Ki referiu na conferência de imprensa de ontem do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus que poderá ser montado um posto provisório para que alunos e professores transfronteiriços façam testes de ácido nucleico, mas não deu mais detalhes.

      Recorde-se que as autoridades de educação pediram aos alunos de Macau, Zhuhai e Zhongshan que voltem aos seus locais de residência 14 dias antes do início do ano lectivo, marcado para 1 de Setembro. Isso significa que os alunos que estiveram fora e regressaram ontem a Macau, Zhuhai ou Zhongshan só vão poder começar as aulas no dia 2 de Setembro. Wong Ka Ki avisou que a DSEDJ permite que os alunos comecem as aulas com “um ou dois dias de atraso”. O representante da DSEDJ repetiu o apelo para que os alunos voltem ao seu local de residência “o mais rápido possível”.

      Leong Iek Hou, coordenadora do grupo, falou sobre a funcionalidade que no futuro vai fazer parte do Código de Saúde. A responsável disse que as autoridades de saúde têm estado em “contacto estreito” com o Gabinete de Protecção de Dados Pessoais (GPDP) e a funcionalidade está a ser finalizada.

      A responsável pelo Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus frisou que, com esta funcionalidade, os cidadãos poderão fazer o ‘scan’ de códigos QR de forma a irem registando o seu percurso no Código de Saúde. “Ninguém consegue, através da aplicação, rastrear ou seguir essas informações. Essas informações não serão carregadas em nenhum servidor”, garantiu Leong Iek Hou.

      Tai Wa Hou, médico da direcção do Centro Hospitalar Conde de São Januário, disse que ainda não foram feitas as contas dos gastos com os testes em massa, indicando apenas que a iniciativa custou, pelo menos, 49 milhões de patacas, tendo em conta que cada teste custa 70 patacas e que foram feitos cerca de 700 mil testes. No entanto, há que considerar os custos com os recursos humanos. As contas serão feitas mais tarde, disse Tai Wa Hou.

      Leong Iek Hou afirmou também que Macau só estará totalmente livro de perigo de um surto na comunidade depois de passarem dois períodos de incubação, ou seja, 28 dias.

      Na conferência de imprensa de ontem, as autoridades de saúde actualizaram os números do plano de vacinação. De acordo com os dados divulgados ontem, já foram administradas em Macau 572.119 doses de vacinas contra a Covid-19 em 315.063 pessoas. Destas, 56.153 só ainda têm a primeira dose, enquanto 258.910 já estão totalmente vacinadas.

      As conferências de imprensa do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus vão passar a realizar-se apenas às segundas e quintas-feiras.