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      InícioGrande ChinaDjibuti vai construir base de lançamento aeroespacial com grupo chinês

      Djibuti vai construir base de lançamento aeroespacial com grupo chinês

      O Governo de Djibuti assinou um acordo com o grupo aeroespacial chinês Hong Kong Aerospace Technology Group para construir uma base de lançamento no valor de 932 milhões de euros, segundo a imprensa local.

      O Presidente do pequeno país do Corno de África, Ismail Omar Guelleh, presidiu à assinatura do memorando de entendimento numa cerimónia no palácio presidencial na capital, Djibuti, na segunda-feira, noticiou o jornal La Nation, citado pela agência de notícias EFE. “Este projecto custará mil milhões de dólares e durará cinco anos”, disse Guelleh, na sua conta do Twitter. “O projecto de lançamento de satélites e foguetes também inclui a construção de um porto e de uma estrada de prestígio internacional na região norte de Obock para o transporte de materiais necessários ao desenvolvimento de sítios aeroespaciais”, disse o chefe de Estado, que está no poder desde 1999.

      O acordo, acrescentou, prevê a “concessão definitiva das infraestruturas construídas do lado Djibuti após 30 anos de cogestão”.

      O Djibuti está estrategicamente localizado numa das rotas comerciais mais movimentadas do mundo, na porta de entrada do Mar Vermelho do Oceano Índico, e no cruzamento entre África e a Península Arábica, a uma curta distância do Iémen.

      Sob Guelleh, o segundo presidente do Djibuti depois do seu tio Hassan Gouled Aptidon (que governou desde 1977, quando o Djibuti ganhou a independência da França, até 1999), o país aproveitou esta vantagem geográfica para investir em portos e infraestruturas logísticas.

      Além disso, a estabilidade do Djibuti numa região muitas vezes marcada por conflitos atraiu potências como a França, os Estados Unidos e a China, que aí estabeleceram bases militares, proporcionando uma importante fonte de rendimento para a economia do Djibuti.

      Apesar do progresso económico, cerca de 20% da população (na sua maioria composta por dois grupos étnicos: somalis e afars) vive na pobreza, de acordo com dados do Banco Mundial (BM).

      Ponto Final
      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau