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      InícioGrande ChinaChina "pode desempenhar papel de mediação mais importante", diz Macron

      China “pode desempenhar papel de mediação mais importante”, diz Macron

       

      O presidente de França, Emmanuel Macron, adiantou esta quarta-feira que os líderes do G20 concordaram em pressionar a Rússia para uma desescalada do conflito na Ucrânia e expressaram a esperança de que a China pudesse desempenhar um papel de mediação maior nos próximos meses, diz a Reuters.

      “Estou convencido de que a China pode desempenhar, do nosso lado, um papel de mediação mais importante nos próximos meses, para evitar, em particular, um regresso mais forte dos ataques em terra do início de Fevereiro”, disse Macron, numa conferência de imprensa que ocorreu no contexto da cimeira do G20, em Bali, na Indonésia.

      O presidente francês disse ainda que o G20 não queria guerra na Ucrânia, nem chantagem nuclear – e que, por isso, os líderes presentes na cimeira tinham defendido uma “grande convergência para empurrar a Rússia a desescalar” o conflito. “A Rússia deve voltar à mesa das negociações”, defenderam ainda as partes envolvidas, citadas por Emmanuel Macron, reporta o The Guardian. A mesma fonte garantiu ainda que o presidente chinês, Xi Jinping, já demonstrou intenções sinceras de evitar a escalada nuclear e, também, de pôr termo à guerra.

      O governante explicou ainda, segundo a Reuters, ter discutido com o líder chinês a ideia de uma visita presidencial francesa a Pequim. O gabinete presidencial francês confirmou ainda que a visita teria lugar no início do próximo ano, se as restrições sanitárias relacionadas com a pandemia de Covid-19 o permitissem.

      Recorde-se que os parceiros ocidentais da Ucrânia têm vindo, ao longo dos últimos meses, a tentar persuadir os países que não criticaram abertamente a Rússia pela invasão da Ucrânia (como é o caso da China) a tomar uma posição mais dura face ao país invasor, encorajando-o a mudar a sua actuação.

      A guerra na Ucrânia, segundo os mais recentes cálculos da Organização das Nações Unidas (ONU), causou já 6.557 civis mortos e 10.074 feridos. Porém, a mesma fonte destaca que os números ficam bastante abaixo dos reais, devido à dificuldade em contabilizar as baixas nas zonas na frente de batalha.

      Ponto Final
      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau