Até ao final de Julho deste ano, registaram-se e instalaram-se no Parque Científico e Industrial de Medicina Tradicional Chinesa para a Cooperação entre Guangdong-Macau em Hengqin um total de 91 empresas para desenvolver a indústria ‘big health’. Em resposta a uma interpelação à deputada Wong Kit Cheng, o Instituto para a Supervisão e Administração Farmacêutica (ISAF) assegurou que o Parque tem cultivado, desde a sua criação em 2011, uma determinada quantidade de empresas de Macau, nomeadamente nas áreas de medicina chinesa, suplementos alimentares, dispositivos médicos e serviços médicos e biomedicina, que alcançaram “um efeito inicial de aglomeração industrial”.
“Há actualmente um produto de preparação da medicina tradicional chinesa para uso externo produzido localmente em Macau que obteve a aprovação de comercialização no interior da China, o que também implementa as políticas farmacêuticas preferenciais a Macau concedidas pelo Governo Central”, realçou o ISAF.
O organismo liderado por Choi Peng Cheong revelou ainda que há medicamentos tradicionais chineses de Macau em processo de declaração de registo da plataforma do Parque, acreditando que, no futuro, haverá mais produtos que podem entrar no mercado do interior da China.
Relativamente à investigação científica sobre a Covid-19, o Laboratório de Referência do Estado para Investigação de Qualidade em Medicina Chinesa da Universidade de Macau “juntou-se a algumas das maiores empresas farmacêuticas do interior da China para desenvolver medicamentos clássicos e produtos de saúde, como reguladores de resposta imunitária, que têm boas perspectivas de mercado na era pós-epidémica”, revelou o organismo. O ISAF frisou que foi lançada uma investigação de produtos de cuidados do sistema imunitário para promover a sua introdução no mercado local.
Desde a entrada em vigor da Lei da medicina tradicional chinesa, o ISAF recebeu 39 pedidos do registo de medicamentos chineses, que estão em fase de apreciação.











