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      Participantes lusófonos aumentam em 40% nesta Conferência de Empresários do Fórum Macau

      O Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau revelou que este ano vai haver um aumento em 40% do número de participantes para a Conferência dos Empresários, evento paralelo da 6.ª Conferência Ministerial do Fórum de Macau. A iniciativa que se realiza na próxima terça-feira contará ainda, pela primeira vez, com a participação dos representantes oficiais de São Tomé e Príncipe e da Guiné Equatorial.

      A Conferência dos Empresários, actividade complementar da 6.ª Conferência Ministerial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau), vai ter lugar na próxima terça-feira, último dia da agenda da Conferência Ministerial. Está previsto que a escala do evento deste ano seja maior do que no passado, sendo que o número de participantes representantes das entidades de promoção comercial e de empresas dos países de língua portuguesa deverá aumentar mais de 40% em relação à edição anterior.

      “Os eventos complementares da Conferência Ministerial do Fórum de Macau voltam a se realizar após um intervalo de oito anos devido aos impactos epidémicos. A participação dos representantes das organizações de promoção comercial, câmaras de comércio e empresas dos países lusófonos foi ainda mais entusiástica, tendo o respectivo número aumentado mais de 40% face a 2016, o que demonstra o reconhecimento e afirmação por todas as partes do papel de Macau enquanto Plataforma Sino-Lusófona”, enfatizou o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM).

      Outro destaque este ano é que, entre os países lusófonos, São Tomé e Príncipe e a Guiné Equatorial juntam-se, pela primeira vez, e enviam representantes oficiais à Conferência dos Empresários desde que aderiram ao Fórum de Macau.

      De acordo com o IPIM, além disso, o evento deste ano vai marcar ainda a primeira participação de delegações económicas e comerciais oriundas da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, bem como comitivas da Zona de Cooperação Aprofundada em Hengqin, de forma a “enriquecer o conteúdo e a função da conferência”. A iniciativa vai decorrer, também pela primeira vez, no Complexo da Plataforma de Serviços para a Cooperação Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa.

      A conferência será organizada conjuntamente pelo IPIM e pelo Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional, e co-organizada pelo Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau), contando com o apoio das instituições de promoção do comércio e câmaras de comércio dos nove países de língua portuguesa e da Federação Empresarial da China e dos Países de Língua Portuguesa.

      O IPIM, num comunicado divulgado ontem, salientou que as relações económicas e comerciais entre a China e os países lusófonos têm vindo a ser reforçadas, com dados que indicam que o valor do comércio em causa ultrapassou os 220 mil milhões de dólares no ano passado. “A cooperação entre as partes continua a aumentar em escala e a tornar-se cada vez mais diversificada”, assinalou.

      O organismo agora liderado por Vincent U apontou ter criado um departamento dedicado à promoção da cooperação económica e comercial sino-portuguesa, cujo serviço “Conduta do Comércio China-PLP” proporcionou 708 sessões de serviço de apoio a 417 utilizadores empresariais entre 2020 e 2023. O número de utilizadores empresariais atendidos no ano passado foi de 161, sendo quase o dobro do de 2019, com 85 empresas atendidas, e mais de 50 colaborações foram promovidas durante o mesmo período.

      Por outro lado, o IPIM adiantou que, entre Abril e Julho, vai organizar uma delegação de Macau para visitar quatros países de língua portuguesa. A delegação de Macau, para além de participar nas exposições de produtos agrícolas e de produtos alimentares e bebidas realizadas no local, estará presente ainda na próxima edição no Encontro de Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa.