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      InícioPolíticaChe Sai Wang pede políticas de prevenção do 'bullying' nas escolas

      Che Sai Wang pede políticas de prevenção do ‘bullying’ nas escolas

      Na província chinesa de Hebei, houve recentemente um caso que chocou a sociedade: Três estudantes do ensino secundário mataram e enterraram um colega. O deputado Che Sai Wang utilizou esta situação para alertar para os casos de ‘bullying’ nas escolas de Macau.

      Salientando que o ‘bullying’ nas escolas não causa apenas danos corporais aos alunos, mas também psicológicos, o deputado sugere que as autoridades de Macau adoptem uma postura de “tolerância zero” em relação aos casos de ‘bullying’ nas escolas, “elaborando leis e regulamentos específicos para constranger estes actos inadequados, para estes crimes praticados por menores serem regulados por lei”.

      Na opinião do deputado ligado à Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau (ATFPM), a Direcção dos Serviços de Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) deve “apoiar as escolas, de várias formas, na implementação de políticas de prevenção e tratamento dos casos de ‘bullying’, nomeadamente, através de uma educação moral diversificada e formação de docentes, entre outras formas, para aumentar a consciência dos alunos e do pessoal escolar em combater os casos de ‘bullying’, bem como incutir os respectivos valores correctos”.

      Ao mesmo tempo, propôs o deputado, “as escolas devem elaborar um manual para o tratamento dos casos de ‘bullying’, introduzir medidas de intervenção oportunas, canais de denúncia seguros e procedimentos claros, e definir programas de assistência de forma abrangente”.

      “As famílias e os encarregados de educação devem criar uma boa atmosfera de comunicação com os seus educandos, cultivando nos alunos uma psicologia saudável e uma boa capacidade emocional e social, sob um ambiente de igualdade e amor mútuo. Mais, há que incutir junto dos alunos o primado da lei, os valores da vida e a segurança escolar, e orientar os alunos para enfrentarem o ‘bullying’ de forma científica, procurando ajuda de forma activa, e não serem ‘ovelhas silenciosas’ nem espectadores silenciosos”.