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      Wynn propõe viagem multissensorial imersiva com “Music in Light”

      “Music in Light” é o nome do espectáculo que estreou ontem no Illuminarium do Wynn Palace, descrito como “uma viagem multissensorial imersiva onde obras-primas orquestrais de compositores de renome mundial ganham vida numa experiência audiovisual deslumbrante”.

      Foi apresentado ontem pela primeira vez o espectáculo “Music in Light”, no Illuminarium do Wynn Palace. Produzido pela empresa Radical Media, “Music in Light” será apresentado de terça a domingo, dias em que o Illuminarium está aberto.

      Num comunicado enviado às redacções, a Wynn descreve este espectáculo, que tem a música no centro, como sendo “uma viagem multissensorial imersiva onde obras-primas orquestrais de compositores de renome mundial ganham vida numa experiência audiovisual deslumbrante”. “Music in Light” utiliza técnicas de arte digital para mostrar de forma mais vívida as obras-primas de compositores de renome mundial, como Mozart, Vivaldi, Brahms e Strauss. “Esta nova viagem audiovisual sem precedentes é uma experiência musical emocionante e multissensorial para visitantes de todas as idades”, lê-se na nota de imprensa da operadora.

      Durante o espectáculo, os visitantes vão poder explorar 11 peças de orquestra clássica tocadas por músicos da Filarmónica de Los Angeles e dirigidas pelo maestro de renome internacional Geoffrey Pope. Cada peça é iluminada com uma história imersiva de escala, cor e textura. “O público é levado numa viagem que vai da grande escala ao pormenor, mudando constantemente o espaço, a paisagem sonora e os efeitos visuais para criar entusiasmo e admiração”, diz a Wynn.

      As técnicas visuais apresentadas em “Music in Light” são uma combinação de efeitos cinematográficos na câmara, lasers e animação 2D e 3D. Engenheiros de som de Hollywood misturaram o áudio para este espectáculo de modo a envolver o público. A tecnologia Haptic, que cria uma sensação de tacto, amplifica ainda mais a experiência sensorial, acentuando os altos e baixos das composições musicais.

      O primeiro acto começa na ‘tuning room’, onde o tique-taque de um metrónomo convida os visitantes a entrar. De seguida, o sol nasce para revelar um quarteto de cordas que apresenta “Eine Kleine Nachtmusik: Andante”, de Mozart. O segundo capítulo musical revela a história visual do “Four Seasons ‘Summer’ Finale”, de Vivaldi. Depois, ouve-se a orquestra de 70 elementos a tocar “The Planets: Júpiter” de Holst. Em seguida, os visitantes entram no mundo lúdico do ‘pizzicato’ da “Sinfonia n.º 4” de Tchaikovsky. Depois, é tocada “Suite” para violoncelo n.º 1 em sol maior de Bach. O segundo acto começa com “Flight of the Bumblebee”, de Rimsky-Korsakov. Os músicos voltam a ocupar o centro do palco para o “Finale da Sinfonia n.º 1″, de Brahms, e ” Overture to Die Fledermaus”, de Strauss. Por fim, no terceiro acto, a “L’Arlésienne Suite: Farandole”, de Bizet. A encerrar, há um espetáculo de fogo-de-artifício com a “Finale Organ Symphonyde”, de Saint-Saëns.

      O Illuminarium está aberto de terça a domingo, das 13h às 21h, e o “Music in Light” começa às 18h30, com o preço de 228 patacas. Este espectáculo junta-se a outros dois: “Space”, que se realiza às 13h15, e “Wild”, às 15h30.