Edição do dia

Sábado, 20 de Abril, 2024
Cidade do Santo Nome de Deus de Macau
trovoada com chuva
26.9 ° C
26.9 °
24.9 °
89 %
2.1kmh
40 %
Sáb
27 °
Dom
27 °
Seg
24 °
Ter
24 °
Qua
25 °

Suplementos

PUB
PUB
Mais
    More
      InícioCulturaInstituto Camões tem “aposta grande” para Sudeste Asiático

      Instituto Camões tem “aposta grande” para Sudeste Asiático

      O Camões – Instituto da Cooperação e da Língua está a desenvolver uma “aposta grande” no Sudeste Asiático, utilizando Macau como plataforma, para “dinamizar mais na Ásia a presença do português”, disse à Lusa a presidente do instituto.

      “Há uma aposta grande que estamos a tentar desenvolver com o Sudeste Asiático, aproveitando a nossa presença em Macau através do IPOR [Instituto Português do Oriente], podemos também dinamizar mais na Ásia a presença do português”, afirmou à Lusa Ana Paula Fernandes, à margem da inauguração de uma cátedra em homenagem à escritora portuguesa Lídia Jorge na Universidade Federal brasileira de Goiás, a primeira cátedra da rede Camões no Brasil a homenagear uma escritora, a nona no Brasil e a 63.ª no mundo.

      “Temos recebido pedidos da Coreia do Sul, mas também do Japão, onde irei em abril também para anunciarmos uma nova cátedra”, anunciou a responsável máxima pelo instituto que promove a língua e a cultura portuguesa no exterior.

      Na mesma ocasião, Ana Paula Fernandes sublinhou ter a ambição de protocolar mais cátedras, mas admitiu existir um “processo de transição com o próximo Governo relativamente às prioridades que vão ser estabelecidas”.

      Mas o que estava planeado para 2024 “no contexto do Orçamento de Estado que foi aprovado era efetivamente o reforço das cátedras”, frisou. “Obviamente que temos de fazer isto de uma forma sustentável”, disse, acrescentando que em Julho tem lugar o primeiro encontro anual que servirá, entre outras coisas, para avaliar o impacto e analisar resultados. “Em função disso perceber onde é que estão os mercados e posicionarmo-nos nesses mercados”, reforçou, acrescentando ser necessário estar atento a novas dinâmicas, como os novos fluxos migratórios de portugueses.

      Mas também “permitir o acesso para a língua portuguesa para outros que não têm nada a ver com Portugal, nada a ver com a cultura portuguesa, mas que querem aprender português”, disse.

      Ponto Final
      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau