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      Despesas não-jogo dos turistas em 2023 foram superiores às de 2019 em 11,2%

      Os Serviços de Estatísticas e Censos (DSEC) acabam de relevar que em 2023 a despesa total dos visitantes (excluindo as despesas no jogo) foi de 71,25 mil milhões de patacas, num aumento de 292,2%, face a 2022. Esta enorme subida justiça-se com o também grande incremento de entradas registadas naquele ano, de 394,9%. Recorde-se que 2023 foi o ano em que se extinguiram as restrições fronteiriças, com o território a voltar a acolher visitantes na normalidade. A DSEC indicou ainda que o valor da despesa não-jogo de 2023 ultrapassou também os valores pré-pandémicos, de 2019, em 11,2%.

      O mesmo comunicado refere ainda que, observando as principais origens dos visitantes, verificou-se que as despesas per capita dos visitantes no geral tiveram todas acréscimos que ultrapassaram os registados em 2019. As despesas de visitantes do interior da China (3.055 patacas), de Hong Kong (1.160 patacas) e de Taiwan (2.141 patacas) ascenderam 66,6%, 21,6% e 55,5%, respectivamente, e também as da Coreia do Sul (3.634 patacas), da Tailândia (3.363 patacas), de Singapura (2.658 patacas), da Malásia (2.343 patacas) e do Japão (2.123 patacas) tiveram acréscimos distintos relativamente a 2019.

      No geral, a despesa per capita dos visitantes em 2023 foi de 2.525 patacas, cerca do dobro (55,3%) de 2019. Contudo, comparando com 2022, a despesa per capita em 2023 diminuiu em 20,8%. Isto deve-se principalmente ao facto de a sua base de comparação ter sido relativamente elevada, esclareceu a DSEC. Porque os visitantes do interior da China que vieram a Macau fazer compras em 2022, ano em que Macau ainda era um destino turístico exterior isento de quarentena para quem provinha do interior da China, isto fez com que estes visitantes aproveitassem para procurarem bens de consumo de valor médio e alto.

      Comparando a despesa per capita dos turistas e dos excursionistas, pôde-se ainda verificar que também em 2023 a despesa per capita dos turistas (4.230 patacas) e a dos excursionistas (791 patacas) desceu 29,6% e 21,7%, respectivamente, face a 2022. Quanto ao tipo de despesas dos visitantes, as despesas per capita efectuadas em compras (1.219 patacas) decresceu 42,3%, mas as em alimentação (478 patacas) diminuíram apenas 2,1%. Inversamente, em um ano, as despesas em alojamento (647 patacas) e em transportes (101 patacas) aumentaram 50,9% e 36,6%, respectivamente.

       

       

       

       

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      Redacção do Ponto Final Macau