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      Início Grande China Órgão anticorrupção do PCC abre investigação ao vice-governador do Tibete

      Órgão anticorrupção do PCC abre investigação ao vice-governador do Tibete

      A agência anticorrupção do Partido Comunista da China (PCC) abriu ontem um inquérito ao vice-governador da região autónoma do Tibete, Wang Yong, por motivos disciplinares, informou ontem a imprensa local. A Comissão Central de Inspecção e Disciplina do PCC iniciou a investigação por suspeita de “graves violações da disciplina do Partido e da lei” por parte de Wang, segundo a agência noticiosa oficial Xinhua.

      A agência não especificou que tipo de violações o alto funcionário terá cometido, embora a maioria das investigações deste tipo resultem em acusações de corrupção que normalmente incluem aceitar subornos e abuso de poder, que são depois processadas.

      Depois de chegar ao poder em 2012, o actual secretário-geral do PCC e Presidente do país, Xi Jinping, iniciou uma campanha anticorrupção que resultou na punição de milhares de altos quadros chineses, tanto governamentais como de empresas públicas. Embora esta iniciativa, um dos programas emblemáticos de Xi, tenha revelado grandes casos de corrupção no seio do PCC, alguns críticos sugeriram que pode também servir para eliminar carreiras políticas de alguns dos seus rivais. Em 9 de Janeiro, Xi instou o PCC a avançar com a auto reforma e a redobrar a luta contra a corrupção, argumentando que continua a representar uma situação “grave e complexa”.

      Cerca de 470.000 casos de corrupção foram investigados pelas agências de supervisão e disciplinares do país nos primeiros nove meses de 2023 e resultaram na acusação de 45 funcionários do Comité Central do PCC, a liderança máxima do país, o número mais elevado numa década.

      Desde 2008, quando vários protestos contra o Governo chinês abalaram a região, as autoridades chinesas têm reforçado as acções no local visando reduzir a influência do líder político e espiritual dos tibetanos, o Dalai Lama, que Pequim acusa de ter “uma postura separatista”, e que vive exilado na vizinha Índia, na sequência de uma frustrada rebelião contra a administração chinesa, em 1959.

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau