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      Início Ásia Cerca de 300 soldados birmaneses fogem para Índia após vitória de rebeldes

      Cerca de 300 soldados birmaneses fogem para Índia após vitória de rebeldes

      Cerca de 300 soldados birmaneses cruzaram a fronteira com a Índia para fugir do avanço das forças rebeldes que lutam contra os militares no poder no Myanmar, declarou um oficial paramilitar indiano. Um total de 276 soldados a carregar as suas armas e munições chegaram à aldeia de Bondukbangsora, no estado indiano de Mizoram, disse à agência de notícias AFP um oficial da força paramilitar Assam Rifles. “Nós os acomodamos no nosso acampamento”, disse o paramilitar indiano, acrescentando que os soldados birmaneses estão a receber “todo o apoio de que precisam”. O oficial indiano afirmou que a sua unidade estava a recolher dados biométricos dos soldados birmaneses e pediu permissão ao Ministério da Defesa, em Nova Delhi, para enviar os militares de volta para Myanmar.

      Dois aviões militares de Myanmar chegaram a Aizawl, capital do estado de Mizoram, para recolher e repatriar soldados que se retiraram do conflito.

      Os confrontos armados têm ocorrido em algumas regiões birmanesas próximas da fronteira indiana (oeste) desde que o grupo rebelde Exército Arakan lançou uma grande operação contra as forças de segurança de Myanmar em Novembro, infligindo derrotas ao exército birmanês – que está no poder desde um golpe de Estado em 2021. Esta ofensiva colocou um fim no cessar-fogo amplamente respeitado nesta região desde o golpe militar.

      O Exército Arakan – o braço armado do movimento étnico minoritário do estado de Rakhine – declarou no domingo que capturou a cidade de Paletwa, no estado de Chin, a cerca de 20 quilómetros da fronteira com o Bangladesh, e seis bases militares próximas do estado indiano de Mizoram, onde os soldados cruzaram sexta-feira a fronteira.

      Em Outubro, uma aliança entre o Exército Arakan e dois outros grupos étnicos minoritários lançou uma ofensiva conjunta contra a junta no estado de Shan, capturando cidades e apoderando-se de centros de comércio vitais na fronteira chinesa (norte).

      Na semana passada, a aliança anunciou um cessar-fogo liderado pela China na região, após meses de conflito que representava a maior ameaça à junta desde que assumiu o poder.

       

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      Redacção do Ponto Final Macau