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      Principal índice de Hong Kong cai 3,7% para valor mais baixo desde 2022

      O índice de referência da Bolsa de Hong Kong Hang Seng caiu ontem 3,71%, para mínimos de outubro de 2022, perante um crescimento do PIB chinês inferior ao esperado e a maior queda dos preços das casas novas desde 2015. Apesar de o PIB chinês ter crescido 5,2% em 2023, acima da meta oficial de cerca de 5%, o aumento de 5,2% no último trimestre, em termos homólogos, ficou uma décima abaixo do que os analistas esperavam. Segundo dados também divulgados ontem, os preços das casas novas na China caíram 0,45%, em termos mensais, em Dezembro, a maior queda desde Fevereiro de 2015. O índice perdeu 589,02 pontos, baixando para 15.276,9. A única vez que desceu abaixo da marca dos 15.000 pontos desde 2009 foi no final de outubro de 2022, quando o Presidente chinês, Xi Jinping, obteve um terceiro mandato sem precedentes no cargo e conseguiu capturar a liderança do Partido Comunista da China (PCC) com membros do seu círculo de confiança, durante o 20.º Congresso do partido.

      O índice Hang Seng China Enterprises, que mede o desempenho das principais empresas da China continental cotadas na Bolsa de Valores de Hong Kong, caiu 3,94%, enquanto o índice Hang Seng Tech, que acompanha as principais ações do setor tecnológico, caiu 4,99%. Um analista citado pela imprensa local afirmou que os dados económicos divulgados ontem “alimentaram o pânico de venda entre os investidores”. Nenhuma das 82 empresas que compõem o índice seletivo conseguiu escapar às perdas: a única que chegou a meio da sessão no verde, o fabricante de eletrodomésticos Haier, foi a que registou a queda menos pronunciada, de 1,15%. As maiores quedas foram as da filial de serviços de saúde do gigante do comércio eletrónico Alibaba, a Alibaba Health (-8,57%), e da empresa de energia ENN Energy (-7,31%). As duas maiores empresas em termos de quota de mercado, os conglomerados digitais Tencent e Alibaba, registaram perdas de 2,76% e 4,02%, respectivamente. O maior operador telefónico do mundo, a empresa pública China Mobile (-1,89%), e o maior banco da Europa, o HSBC (-1,95%), também não escaparam ao vermelho. O próprio operador da bolsa de Hong Kong, HKEX, caiu 3,65% ontem. O volume de negócios da sessão foi de 130,54 mil milhões de dólares de Hong Kong. Na China continental, as bolsas de Xangai e Shenzhen perderam 2,09% e 2,58%, respectivamente. A bolsa de Pequim – lançada em 2021 e centrada nas PME – manteve-se bem até meio da sessão, mas fechou a cair 2,78%.

       

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      Redacção do Ponto Final Macau