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      Início Sociedade Equipa da UPM terminou no terceiro lugar em competição de tecnologia médica

      Equipa da UPM terminou no terceiro lugar em competição de tecnologia médica

      Uma equipa da Universidade Politécnica de Macau (UPM) ficou em terceiro lugar numa competição de tecnologia médica em Xangai. A equipa de Macau competiu com cerca de uma centena de equipas no circuito de aplicação de interação médica humano-computador baseado na tecnologia de IA generativa.

       

      Uma equipa da Universidade Politécnica de Macau (UPM), constituída pelos alunos do curso de mestrado em Big Data e Internet das Coisas, Yang Qimin, Chen Jiexin e Wang Rongsheng, e pelo orientador, professor adjunto da Faculdade de Ciências Aplicadas, Tan Tao, ficou em terceiro lugar na “Digital Medical Technology and Application Innovation Competition 2023 (DiMTAIC 2023)”, em Xangai, organizado pelo Hospital Ruijin afiliado à Universidade Jiaotong de Xangai e pelo Laboratório de Inteligência Artificial de Xangai.

      A equipa da UPM ficou no sexto lugar na final, e acabou por conquistar o prémio de terceiro lugar da competição, entre cerca de cem equipas participantes no circuito de aplicação de interação médica humano-computador baseado na tecnologia de IA generativa.

      Esta competição tem como objectivo acelerar a inovação sinergética na investigação de intersecção entre a inteligência artificial e a medicina, tendo convidado académicos e especialistas da área da medicina e da área cruzada medicina-engenharia para prestarem orientações e tendo convocado para a competição as equipas de tecnologia e aplicação inovadora da medicina digital de todo o mundo.

      Segundo explica a UPM, o circuito de aplicação de interacção médica humano-computador baseado na tecnologia de IA generativa em que a equipa da UPM participou, visa lidar com os cenários médicos e de saúde, aproveitando a investigação e o desenvolvimento de grandes modelos multimodais, cadeias de pensamento, injecção de conhecimentos, entre outras tecnologias-chave, para criar aplicações interativas direccionadas a médicos, pacientes ou usuários de gestão de saúde.

      “Para resolver os problemas resultantes da aplicação prática dos modelos de linguagem médica, tais como a alucinação de modelos, o consumo de recursos computacionais e a falta de explicações, a equipa da UPM propôs o modelo de linguagem de diagnóstico médico ‘uma pergunta, duas respostas’, que combina as medicinas chinesa e ocidental”. A UPM explica que, “através de pequenos ajustes nos casos práticos de perguntas e respostas médicas, realizaram-se treinos de pequenos ajustes, conseguindo-se obter um modelo excelente da linguagem médica das medicinas chinesa e ocidental”.

      A instituição salienta também que “a solução ‘geração antes de verificação’ combina a RAG (Retrieval Augmented Generation) e a inovação para, além de melhorar a precisão e a fiabilidade dos resultados dos modelos, ajudar a proporcionar explicações para a geração de modelos linguísticos, o que contribui para desenvolver e popularizar modelos de linguagem médica grande e melhorar a qualidade do diagnóstico e tratamento médico”.

      A UPM aproveita também para destacar que este curso de Mestrado em Big Data e Internet das Coisas da UPM já conseguiu aprovação na avaliação académica feita pelo Instituto de Engenharia e Tecnologia (IET) do Reino Unido, sendo o primeiro curso de mestrado em engenharia de Macau a ser aprovado na avaliação académica internacional a nível do ensino superior pelo IET. O curso tem como alvo a formação de quadros profissionais qualificados com conhecimentos aprofundados sobre “big data” e “internet das coisas”, podendo aplicar as tecnologias avançadas no tratamento de megadados e utilizar as informações relacionadas com a aplicação da cidade inteligente, para desenvolver investigações nas áreas de “big data” e internet das coisas.

       

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau