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      Elsie Ao Ieong assegura que infecções respiratórias em Macau “estão controladas”  

      Apesar de o Conselho de Estado da República Popular da China ter actualizado as orientações sobre o uso obrigatório de máscaras no continente em determinadas situações, Elsie Ao Ieong diz que a população “não precisar de se preocupar”. A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, ao reagir à divulgação das novas medidas pelas autoridades chinesas, indicou que Macau mantém-se em linha com “o espírito das orientações” do país. Apontando que é agora necessário o uso de máscaras ao entrar nos hospitais e lares de idosos, salvaguardou que a situação das infecções respiratórias se encontra sob controlo.

       

      A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, Elsie Ao Ieong, reitera que as orientações sanitárias sobre o uso de máscaras em Macau “estão em consonância com as medidas do interior da China”, sendo o uso de máscaras obrigatório nos hospitais e lares de idosos. Assim, Elsie Ao Ieong sublinhou que “os cidadãos não precisam de se preocupar”.

      A afirmação da secretária foi dada ontem à margem da cerimónia da partida para a Marcha de Caridade, em reacção à actualização das orientações sobre o uso de máscaras no interior da China.

      É de salientar que o Conselho de Estado da República Popular da China publicou no sábado a nova versão das orientações, que estipula cinco circunstâncias em que os cidadãos devem usar máscaras. O Governo chinês justificou que as medidas foram formuladas para “orientar o público para o uso de máscaras de uma forma científica”, para “prevenir a transmissão de doenças infecciosas respiratórias e proteger a saúde do público”.

      A nova política prevê, desse modo, o uso obrigatório de máscaras para as pessoas infectadas com doenças infecciosas respiratórias, como da Covid-19, da gripe e da Mycoplasma Pneumoniae, quando estiverem nos espaços fechados; para as pessoas com sintomas de doenças infecciosas respiratórias nos locais públicos fechados; durante consulta, acompanhamento e visita a instituições médicas. Além disso, durante o período de alta incidência de doenças infecciosas respiratórias, é exigido o uso de máscaras aos visitantes ao entrar “em locais onde se concentram pessoas vulneráveis” como lares de idosos, organizações de assistência social e creches, e os trabalhadores de cuidados de saúde, restauração, limpeza, segurança também devem tomar a medida de protecção.

      O Conselho de Estado deixou um alerta para a entrada na época alta das doenças respiratórias com a chegada do Inverno, exigindo às fronteiras a “implementação rigorosa” das medidas de inspecção médica, como as investigações epidemiológicas e rastreio médico.

      Questionada sobre se as autoridades de Macau vão tomar como referência algumas cidades do interior da China e obrigar os turistas a fazerem testes rápidos à entrada na fronteira, Elsie Ao Ieong descartou para já a possibilidade e disse que, actualmente, os vários indicadores “continuam sob controlo” e, portanto, não há necessidade de implementar essas medidas.

      Na mesma linha, a secretária admitiu que houve, semanalmente, um ligeiro aumento dos casos de gripe, de pneumonia e outros casos que levam as pessoas a recorrerem aos serviços de urgência. “À medida que o tempo fica mais frio, prevê-se que haja mais casos de gripe, mas a situação ainda se encontra sob controlo”, disse.

      Elsie Ao Ieong salientou, no entanto, que os casos ainda estão num nível baixo, “as autoridades de saúde dispõem de mecanismos e de planos de resposta para lidar com a situação, não havendo necessidade de preocupação por parte da população”, garantiu Elsie Ao Ieong, afirmando que as autoridades de saúde de Macau “têm capacidade de proceder bem aos trabalhos” de prevenção e controlo das doenças respiratórias.