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      Volume de negócios do comércio a retalho diminuiu no terceiro trimestre

       

      O volume de negócios dos estabelecimentos do comércio e retalho totalizou, no terceiro trimestre deste ano, 20,19 mil milhões de patacas, ou seja, mais 80,1% face ao mesmo período do ano passado. No entanto, em comparação com o trimestre anterior, o volume de negócios caiu 5,9%, indicou ontem a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).

      O volume de negócios de alimentos/doces chineses aumentou significativamente 439,9%, face ao terceiro trimestre de 2022 e os volumes de negócios de artigos de couro (+148,1%), de mercadorias de armazéns e quinquilharias (+123,5%), de vestuário para adultos (+119,6%) e de relógios e joalharia (+115,4%) também subiram de modo evidente.

      Contudo, o volume de negócios de supermercados diminuiu 11,3%. Simultaneamente, o índice do volume de vendas de alimentos/doces chineses (+423,8%), o de artigos de couro (+136,2%), o de mercadorias de armazéns e quinquilharias (+115,6%), o de vestuário para adultos (+110,6%) e o de relógios e joalharia (+104,3%) registaram acréscimos significativos. Porém, o índice do volume de vendas de supermercados (-12,5%) diminuiu.

      Nos três primeiros trimestres de 2023 o volume de negócios dos estabelecimentos do comércio a retalho totalizou 65,68 mil milhões de patacas, ou seja, mais 53,1%, face ao mesmo período de 2022 e o índice médio do volume de vendas ascendeu 50,2%.

      No terceiro trimestre deste ano, em comparação com o trimestre anterior, o volume de negócios dos estabelecimentos do comércio a retalho desceu, então, 5,9%. Salienta-se que os volumes de negócios de mercadorias de armazéns e quinquilharias e de artigos de couro desceram 12,2% e 10,6%, respectivamente.

      Todavia, o volume de negócios de alimentos/doces chineses subiu 18%. Por seu turno, o índice do volume de vendas dos estabelecimentos do comércio a retalho baixou 6,5%, em termos trimestrais. Realça-se que os índices do volume de vendas que tiveram as quedas mais acentuadas foram também os de mercadorias de armazéns e quinquilharias (-12,3%) e de artigos de couro (-11,4%). Contudo, o índice do volume de vendas de alimentos/doces chineses (+16,9%) cresceu.

      Segundo a DSEC, 44% dos responsáveis pelos estabelecimentos do comércio a retalho prevêem a estabilização do volume de vendas em termos anuais, 36,4% antecipam a diminuição e 19,6% projectam o aumento.

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau