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      IAM testa amostras de mel e não é detectada presença de substâncias proibidas

      O Conselho de Consumidores (CC) cooperou com o departamento de Segurança Alimentar (DAS) do Instituto para os Assuntos Municipais (IAM) para recolher aleatoriamente 10 amostras de mel e submetê-las a teste. Os resultados do relatório foram tornados públicos ontem e todas as amostras analisadas estavam de acordo com o padrão.

      Os produtos apícolas foram testados, essencialmente, aos limites máximos de metais pesados contaminantes em géneros alimentícios e à lista de substâncias proibidas de usar nos géneros alimentícios, uma vez que não lhes foi detectada a existência de chumbo e de cloranfenicol, substância proibida de usar nos géneros alimentícios.

      As 10 amostras de mel foram adquiridas aleatoriamente nos supermercados e lojas especializadas de mel no território, pelos trabalhadores do CC e do DSA a título de consumidores, pesando entre 250g e 750g. Segundo a declaração nos rótulos, três são da Austrália, cinco da Nova Zelândia e dois da China continental.

      As avaliações foram feitas em pressupostos legais que estipulam o limite máximo de 1,0 mg/kg relativo ao teor do metal pesado de chumbo existente em mel e a proibição da existência de cloranfenicol nos géneros alimentícios à venda em Macau.

      Recorda o IAM que “a quantidade de chumbo absorvida pelo organismo determinará a gravidade dos danos infligidos aos órgãos, embora seja mais nocivo para os sistemas neurológico, reprodutivo e imunológico.”

      Já em relação ao cloranfenicol, o IAM escreve que “é um antibiótico de amplo espectro que foi amplamente utilizado contra doenças infecciosas de animais fornecedores de carne e em produtos aquáticos, pois é barato e prontamente disponível. Estudos revelaram que a ingestão de cloranfenicol durante longos períodos de tempo pode causar resistência aos antibióticos a certas bactérias, além de graves efeitos adversos sobre o sistema hematopoético, ao ponto de poder inibir a função hematopoiética da medula óssea.”

      O mel comercializado nem sempre é puro. Muitas vezes éprocessado com água, ar ou néctar contaminados durante a produção, sendo assim, é passível de conter substâncias contaminadas. Por outro lado, considera ainda o relatório do IAM, “alguns apicultores adicionam antibióticos aos alimentos para as abelhas, de modo a protegê-las de doenças pela infecção bacteriana e evitar impactos à colheita do mel, restando assim facilmente os antibióticos no mesmo.